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19 de novembro de 2017, 10h20

Resistência: Parada LGBT de Copacabana ocorre neste domingo, mesmo sem o apoio da prefeitura de Crivella

Pela primeira vez sem recursos da prefeitura, quase que o evento histórico da população LGBTI do Rio de Janeiro é cancelado. Graças a uma vaquinha e apoio de empresas, no entanto, a Parada da Resistência, como foi batizada a edição deste ano, ocorre hoje com a presença de Daniela Mercury, Pablo Vittar e Valeska

Por Redação*

Depois de muita incerteza, a 22ª Parada do Orgulho LGTBI de Copacabana, no Rio de Janeiro, está confirmada para este domingo (19). Daniela Mercury, Preta Gil e Valeska, além de Pabllo Vittar, aceitaram abrir mão do cachê para participar da festa, já que essa é a primeira Parada da história que não recebe apoio financeiro da prefeitura do Rio de Janeiro, atualmente comandada por Marcelo Crivella (PRB). O evento, inclusive, é historicamente realizado em outubro, mas foi adiado pela falta de recursos.

Foi por esse motivo que o Grupo Arco-Iris, que organiza o evento, batizou a edição deste “Parada da Resistência”. De acordo com o diretor do grupo, Júlio Moreira, a expectativa é que a solidariedade ao redor do evento garanta uma bela festa e facilite a captação de recursos para o ano que vem.

Depois de organizar uma vaquinha para arrecadar recursos, o evento foi viabilizado com patrocínio de empresas privadas em troca de renúncia fiscal. No entanto, os R$ 300 mil arrecadados são metade do valor ideal e, por isso, a parada terá menos trios elétricos e apenas uma tenda com serviços de cidadania.

A Parada LGBTI de Copacabana está marcada para às 13h, mas a concentração do público na Avenida Atlântica já começa pela manhã.

*Com Agência Brasil

 


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