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09 de abril de 2019, 17h32

Tempestade deixa oito mortos e Rio segue em estágio de crise

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, reconheceu que houve demora no atendimento de equipes municipais à população

Foto: Centro de Operação da Prefeitura do Rio

O número de mortos provocados pela tempestade que caiu no Rio de Janeiro na noite desta segunda-feira (8) chegou a oito: seis na Zona Sul (três pessoas em um táxi em Botafogo, duas irmãs no Leme e um homem na Gávea) e dois na Zona Oeste (um homem em Santa Cruz e outro no Jardim Maravilha). A chuva continua castigando o Rio nesta terça (9).

O município está em estágio de crise – o mais alto em uma escala de três – desde as 20h55 de segunda. A recomendação da Defesa Civil e demais autoridades é para que as pessoas evitem deslocamentos.

Houve quedas de barreira que interditaram o Alto da Boa Vista e a Avenida Niemeyer, onde mais um trecho da ciclovia foi arrastado para o mar.

Valéria Aragão, delegada da 12ª DP, confirmou que os três corpos encontrados em um táxi na Avenida Carlos Peixoto, em Botafogo, são da avó e da neta, além do motorista. Todos estavam desaparecidos depois de saírem do RioSul. Policiais descobriram a localização por meio do sinal de GPS do táxi.

Deslizamento

No início da madrugada, um deslizamento de terra atingiu o Morro da Babilônia, no Leme, matando duas irmãs, que eram vizinhas.

Os volumes registrados entre o fim da tarde desta segunda e o início da manhã desta terça superam os índices pluviométricos dos dias 6 e 7 de fevereiro, quando seis pessoas morreram.

Demora

Durante coletiva de imprensa no Centro de Operações Rio (COR), na manhã desta terça-feira (9), o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, reconheceu que houve demora no atendimento de equipes municipais durante o temporal.


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