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28 de novembro de 2019, 23h16

Tucano que ia dar surra em Lula tem enteados indiciados por assassinato

O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, disse que o crime teria sido cometido por traficantes

Foto: Reprodução

Alejandro e Paola Valeiko, enteados do prefeito de Manaus (AM), Arthur Virgílio Neto (PSDB), foram indiciados pelo assassinato do engenheiro Flávio Rodrigues. Um carro da prefeitura teria sido usado para tirar a vítima do condomínio onde ocorreu o crime.

Flávio morreu após uma festa na casa de Alejandro regada a bebidas alcoólicas e cocaína. O corpo, todo perfurado, foi encontrado próximo a uma estrada.

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Arthur Virgílio Neto apresentou em suas redes sociais uma versão para o crime. Disse que houve invasão da casa do enteado por traficantes para cobrar dívidas da vítima.

Segundo a polícia, Flávio teve “morte violenta, premeditada e por meio de tortura”. A perícia encontrou material genético da vítima no banco traseiro do carro da prefeitura usado no dia do crime.

Surra em Lula

Em 2005, durante o Mensalão, o então líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio Neto, prometeu dar “uma surra” em Lula se alguma coisa acontecesse com sua família. Ele alegava que sofria ameaças por parte de um policial supostamente contratado para levantar informações contra ele em Manaus.

“Se ameaçarem um filho meu, dou uma surra no próprio Lula. Sou de escorpião. Jamais desonraria o meu signo. Sou inesquecível como inimigo”, afirmou, em completo descontrole.


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