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17 de fevereiro de 2020, 08h43

Vídeo: Caminhoneiros enfrentam Justiça e fazem ato para paralisar Porto de Santos

"Ai pessoal, 17/2, perto das 4h, e estamos aqui. Porto de Santos totalmente fechado. Gostaria que você mostrasse aí, ninguém tá vindo, graças a Deus. Os caminhoneiros estão aderindo", diz presidente do Sindiscam em vídeo divulgado em grupos de Whatsapp

Presidente do Sindicam, Alexsandro Viviani, à frente dos caminhoneiros no Porto de Santos (Reprodução)

Caminhoneiros ligados ao Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários Autônomos (Sindicam) estão enfrentando a Justiça com protesto que começou por volta das 3h e promete paralisar as atividades no Porto de Santos.

Leia também: Petroleiros se unem a caminhoneiros: Do poço à roda, vamos parar o Brasil

Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (17), o presidente do Sindicam, Alexsandro Viviani, aparece ao lado de outros caminhoneiros por volta das 3h da manhã no porto. Os trabalhadores são monitorados por carros da Polícia Militar parados no local.

“Ai pessoal, 17/2, perto das 4h, e estamos aqui. Porto de Santos totalmente fechado. Gostaria que você mostrasse aí, ninguém tá vindo, graças a Deus. Os caminhoneiros estão aderindo”, disse Viviani.

A ação dos caminhoneiros desafia a decisão proferida pelo juiz federal Roberto da Silva Oliveira que, em caráter provisório, atende uma liminar pedida pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), proibindo a manifestação e impondo multa de R$ 200 mil ao sindicato, caso haja descumprimento da medida.

O anúncio de greve dos caminhoneiros da Baixada Santista foi feito no mesmo dia em que a Associação Nacional dos Transportadores Autônomos do Brasil (ANTB) anunciou que a categoria vai aderir e prestar total apoio à greve nacional dos petroleiros, que já dura 15 dias e paralisou 114 unidades do sistema Petrobras. Em carta publicada no site da Sindipetro, os caminhoneiros também lançam campanha para avançar na luta contra a política de preços dos combustíveis adotada pela Petrobras.

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