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31 de março de 2019, 21h46

Caminhada do Silêncio: ato em São Paulo lembra vítimas da ditadura militar

O ato foi organizado pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, em parceria com o grupo Tortura Nunca Mais de Salvador

Foto: Mídia Ninja
Manifestantes foram ao parque do Ibirapuera, em São Paulo, neste domingo (31/03), na 1ª Caminhada do Silêncio, para lembrar os mortos e desaparecidos da ditadura militar no Brasil (1964-1985). O golpe completa 55 anos hoje. O ato foi organizado pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, em parceria com o grupo Tortura Nunca Mais de Salvador, contra a truculência, a crueldade e ilegalidades cometidas contra civis, ontem e hoje. Leia mais sobre o ato no Opera Mundi. Neste domingo (31), o golpe militar completa 55 anos. O regime resultou em mais de 434 mortos e desaparecidos políticos. O presidente...

Manifestantes foram ao parque do Ibirapuera, em São Paulo, neste domingo (31/03), na 1ª Caminhada do Silêncio, para lembrar os mortos e desaparecidos da ditadura militar no Brasil (1964-1985). O golpe completa 55 anos hoje.

O ato foi organizado pela Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos, em parceria com o grupo Tortura Nunca Mais de Salvador, contra a truculência, a crueldade e ilegalidades cometidas contra civis, ontem e hoje.

Leia mais sobre o ato no Opera Mundi.

Neste domingo (31), o golpe militar completa 55 anos. O regime resultou em mais de 434 mortos e desaparecidos políticos.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL-RJ), determinou ao Ministério da Defesa, durante a semana, que faça as “comemorações devidas” pelos 55 anos do golpe que deu início a uma ditadura militar no país.

O Palácio do Planalto distribuiu neste domingo um vídeo em defesa do golpe de 1964. De acordo com o material, a derrubada de João Goulart do poder, foi apenas um movimento para conter o avanço do comunismo no País. “O Exército nos salvou. O Exército nos salvou. Não há como negar. E tudo isso aconteceu num dia comum de hoje, um 31 de março. Não dá para mudar a história”, diz o apresentador.

Veja também:  Marco Aurélio Mello sobre Moro: “Eu espero que ele não ocupe a cadeira que deixarei em 2021”

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