Luiz Roberto Alves

  • Pra não dizer que não falei aos céticos sobre o golpe

    “Para o fortalecimento e a expansão da democracia e sua efetivação como qualidade de vida para todos e todas, se carece de ampla mobilização social, por todos os meios possíveis”, diz Luiz Roberto Alves

  • Mediocridade e Morte

    Leia coluna de Luiz Roberto Alves: "O assassino está à solta. Mas ainda faltam olhos de ver e disposições que assumam a dignidade que o tempo exige"

  • O presidente sem churrasco e sem pelada

    Luiz Roberto Alves: “Se nem os meninos da periferia estão tendo direito à peladinha, por que um poderoso quer fazê-la impunemente?”

  • Aquele que despreside

    Leia na coluna de Luiz Alves: "O despresidente do país está a nadar de braçada, por enquanto"

  • O transtorno edipiano diante da sociedade solidária

    "Nossa democracia é tão frágil que um eleito pode chegar facilmente, embora transtornado, a encarnar o mito edipiano em sua relação com o Estado, se não pelos métodos tradicionais da força armada, pela 'verdade' profundamente doentia de discursos corrosivos"

  • E depois?

    Leia na coluna de Luiz Alves: "Depois dessa pandemia, o que faremos? Já não é hora de nos prepararmos para subversões de procedimentos e superações de ações e pensamentos lineares e simplórios?"

  • Pestes e epidemias mudam a vida. Mudam?

    “As epidemias, portanto, não são, em si, educativas. São compulsivas, comoventes e fazem passar do horror ao amor, ao desejo dos encontros sob solidão. A trincheira faz sonhar e ver novas primaveras”, destaca Luiz Roberto Alves

  • Um leque roto de linguagem vulgar: o governo

    Luiz Roberto Alves: “A linguagem inteligente empodera a vida social. É de se crer, pois, que as linguagens do país gigante sejam o contrário do baixo calão que se agarrou no poder da República”

  • O holocausto, ele mesmo

    Luiz Roberto Alves: "Ao contrário das suposições da ignorância e do desamor, um sentido forte e preciso do holocausto poderá ser raiz das melhores políticas de bem-comum na democracia"

  • A Cultura como futuro: horror para Jair e Olavo

    O fascismo não tem como destruir a cultura, o que também se deu com Hitler, quer queimando livros, quer proibindo, quer atulhando obras de arte para que ninguém as visse. Tudo ilusão. Meses após o tsunami fascista, sorriem as faces da cultura

  • Marielle, Anderson e a expiação política

    Luiz Roberto Alves: “Este país não tem e não terá o que comemorar até que solucione, muito antes das novas páscoas e novos natais, o assassinato de Marielle e Anderson”