domingo, 20 set 2020
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Luiz Roberto Alves

De como esticar a corda e acabar com a história

Leia na coluna de Luiz Alves: Ora, a corda esticada contra a democracia brasileira teve início em primeiro de janeiro de 2019, e o pelotão de puxadores tem nome: Jair, Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro
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Mito Jair, mitos de interesse e liberdade

Nada tem menos valor no Palácio do Planalto e arredores, hoje, do que a liberdade

Pra não dizer que não falei aos céticos sobre o golpe

“Para o fortalecimento e a expansão da democracia e sua efetivação como qualidade de vida para todos e todas, se carece de ampla mobilização social, por todos os meios possíveis”, diz Luiz Roberto Alves

Mediocridade e Morte

Leia coluna de Luiz Roberto Alves: "O assassino está à solta. Mas ainda faltam olhos de ver e disposições que assumam a dignidade que o tempo exige"

O presidente sem churrasco e sem pelada

Luiz Roberto Alves: “Se nem os meninos da periferia estão tendo direito à peladinha, por que um poderoso quer fazê-la impunemente?”

Aquele que despreside

Leia na coluna de Luiz Alves: "O despresidente do país está a nadar de braçada, por enquanto"

O transtorno edipiano diante da sociedade solidária

"Nossa democracia é tão frágil que um eleito pode chegar facilmente, embora transtornado, a encarnar o mito edipiano em sua relação com o Estado, se não pelos métodos tradicionais da força armada, pela 'verdade' profundamente doentia de discursos corrosivos"

E depois?

Leia na coluna de Luiz Alves: "Depois dessa pandemia, o que faremos? Já não é hora de nos prepararmos para subversões de procedimentos e superações de ações e pensamentos lineares e simplórios?"

Pestes e epidemias mudam a vida. Mudam?

“As epidemias, portanto, não são, em si, educativas. São compulsivas, comoventes e fazem passar do horror ao amor, ao desejo dos encontros sob solidão. A trincheira faz sonhar e ver novas primaveras”, destaca Luiz Roberto Alves

Um leque roto de linguagem vulgar: o governo

Luiz Roberto Alves: “A linguagem inteligente empodera a vida social. É de se crer, pois, que as linguagens do país gigante sejam o contrário do baixo calão que se agarrou no poder da República”

O holocausto, ele mesmo

Luiz Roberto Alves: "Ao contrário das suposições da ignorância e do desamor, um sentido forte e preciso do holocausto poderá ser raiz das melhores políticas de bem-comum na democracia"

A Cultura como futuro: horror para Jair e Olavo

O fascismo não tem como destruir a cultura, o que também se deu com Hitler, quer queimando livros, quer proibindo, quer atulhando obras de arte para que ninguém as visse. Tudo ilusão. Meses após o tsunami fascista, sorriem as faces da cultura

Paulo Reglus Neves Freire, o presente que o Brasil rejeitou (1)

Luiz Roberto Alves: "Por ter acompanhado a formulação da Base Nacional Comum e vivido boa parte da vida nas salas de aula da escola pública periférica em São Paulo, afirmo a total ausência de Freire da educação brasileira

Marielle, Anderson e a expiação política

Luiz Roberto Alves: “Este país não tem e não terá o que comemorar até que solucione, muito antes das novas páscoas e novos natais, o assassinato de Marielle e Anderson”

Nós não temos presidente!

Luiz Roberto Alves: "O pseudo-comediante diz coisas gravíssimas. Tanto maltrata a língua diante de aprendizes, crianças e adolescentes, quanto maltrata pessoas e imagens sem nenhum pudor, com uso de linguagem jamais vista e ouvida, exemplo vivo da falta de educação e da miséria cultural"

Greta e os showzinhos de Bolsonaro

Luiz Roberto Alves: "Seu termo 'pirralha' para Greta, posto em posição situacional nas frases, diz tudo. Seu ódio à menina sueca é compensado pelo amor mundial à causa que ela abraça, ainda mais valorizada pela síndrome de Asperger"