domingo, 20 set 2020
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Manoel Herzog

Os Passos de John, por Manoel Herzog

No livro OS PASSOS VERMELHOS DE JOHN, do paranaense Luigi Ricciardi, o escritor americano John dos Passos, expoente da chamada Geração Perdida dos anos 20, visita a cidade de Maringá na década de 50, fato real que serve como ponto de partida da narrativa

Terrorismo

Manoel Herzog: “A língua, essa entidade viva e dinâmica, tende hoje a associar o termo ‘terrorista’ a algo de santo; todo terrorista que se preza é um criminoso, mas um criminoso ‘do bem’”
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O Fogo na Floresta de Marcelo Ferroni, por Manoel Herzog

Heloísa, a protagonista do romance, foi comparada pela crítica a Emma Bovary, heroína do auge do romance realista, quando a mulher se vingava do carcomido sistema capitalista traindo o marido burguês, ou, quando menos, desprezando-o em prestígio de aventuras vagas

O Dicionário de Imprecisões de Ana Elisa Ribeiro, por Manoel Herzog

Com uma infinidade de trabalhos publicados, lança agora este Dicionário de Imprecisões, obra em que conjuga suas três competências – poeta, linguista e professora universitária – com delicadeza ímpar

A poesia que respira

Manoel Herzog “Ao falar dos bichos, Bresciani reporta-se ao mais humano de nós, não como Orwell em sua Revolução, mas como Derrida em O animal que logo sou, fabuloso ensaio em que o filósofo tangencia as grandezas ‘animalidade’ e ‘ser vivente’

Dicionário de Neologismos

Manoel Herzog: “O Brasil, sob esse governo insano, que 'admorando' levou Moro ao ministério mais improvável, o da Justiça, assiste a um aumento avassalador da pobreza”

O proletário desnorteado que foi à indigência

Manoel Herzog recomenda o romance "Desnorteio", de Paula Fabrio, “autora fundamental para se compreender a literatura brasileira contemporânea”

A terceira margem do tempo – Adri Aleixo

Manoel Herzog: “Adri Aleixo não faz aqui nenhuma tentativa de subordinar a poesia à imagem, antes a poesia dimensiona a imagem, registrada com notável competência por Lori Figueiró, mas requalificada pela lente da poeta, filtro apurado de uma margem invisível”

Os ataques a Glenn Greenwald: a Flip e o código do consumidor que nos restou

Aconselho a todo e qualquer indivíduo que tenha ali estado que processe a direção da festa, e mais a prefeitura de Paraty, e mais o Estado do Rio de Janeiro, que foi omisso na figura de sua polícia. Há direito a ressarcimento, uns caraminguás

A delicadeza rude da poesia de Adriane Garcia, em “Garrafas ao Mar”

Da ilha da Poeta saem mensagens de dor, de revolta, de agonia, dos abismos profundos de que é feita a Literatura. Particularmente, um tributo ao movimento das mulheres, um dos mais resistentes nestes tempos de machismo e estupidez brabos que vivenciamos

O álbum “TerraMar”, de Julinho Bittencourt, por Manoel Herzog

“Terra Mar” é exatamente isso que o nome reivindica, a fusão de duas forças antagônicas que geram a cultura de uma nação, a recepção da cultura de fora e sua ingestão antropofágica e regurgitada como Brasil

A Paraíba desconstruindo a pauta de gênero, por Manoel Herzog

Na Paraíba vive uma dupla improvável, Roberto Menezes, escritor e físico nuclear de profissão, e Maria Valéria Resende, santista de nascimento, escritora e freira agostiniana de profissão

RIP, Gabriel Diniz, por Manoel Herzog

A heroína Jenifer é levemente obesa, o que também desconstrói todo um império da beleza fitness inculcado a fórceps no imaginário popular. Jenifer é música de resistência, cantada com humor, com sabedoria, pelo jovem artista que tão precocemente nos deixou

Nobel da Paz para Lula, e de Literatura para Chico Buarque

O Brasil que ecoa o Português é um perigo pra hegemonia americana, é preciso golpeá-lo, calá-lo, impor-lhe um governo pulha e antipoético através de um conchavo com as seculares elites e o lumpesinato inculto

Os Sertões

Uma nota curiosa sobre Lula & Canudos: um dos juízes que convalidou a absurda sentença condenatória é descendente direto de um dos generais que comandou o massacre de Canudos

Maior que o mundo, de Reinaldo Moraes

Manoel Herzog comenta “Maior que o mundo”, novo romance de Reinaldo Moraes, o autor de “Pornopopeia”

Sigo ouvindo Nana Caymmi, mas autógrafo é que não peço

A persona de um grande artista é muito, infinitamente maior que sua pessoa física, tão comezinha, tão humana e falha