sexta-feira, 18 set 2020
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Tomaz Amorim

O “Fliperama” cyberpunk de Fabiano Calixto

Tomaz Amorim analisa o livro de poemas “Fliperama” de Fabiano Calixto lançado em Março deste ano. Trata-se de leitura fundamental para quem quer sobreviver ao Brasil de 2020 encontrando ainda beleza nas coisas, sem abrir mão de suas conturbações estéticas e políticas

O Enem e os vestibulares precisam ser adiados

Tomaz Amorim escreve sobre como a crise do coronavírus acentua o abismo educacional brasileiro e aponta para a necessidade de um adiamento do ENEM e dos vestibulares, assim como de medidas paliativas como o oferecimento de pacotes de dados de internet gratuitos para todos os alunos do Ensino Médio de escolas públicas
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O fim deste mundo

Leia na coluna de Tomaz Amorim: “O coronavírus apresenta uma interrupção no funcionamento da sociedade. E nos leva a imaginar outro mundo em que as ações temporárias que beneficiam a maioria da população e o meio ambiente sejam permanentes”.

A lír(ic)a de Carlos Orfeu em “Invisíveis cotidianos”

Como nenhum tempo é sombrio demais para a poesia, Tomaz Amorim analisa o claro e escuro da poesia de Carlos Orfeu no recém republicado “Invisíveis Cotidianos”

“O sucesso recente do cinema nacional não é compartilhado por todos”. Entrevista com o ator André Luis Patrício

Em sua coluna na Fórum, Tomaz Amorim entrevista o ator André Patrício; na pauta o cinema brasileiro, o teatro e o racismo nessas áreas

J. Carlos: IMS de São Paulo promove descuidada exposição racista

Tomaz Amorim: “Se J. Carlos foi inovador do ponto de vista de sua intervenção gráfica nas revistas e jornais brasileiros, é importante ressaltar em uma exposição dedicada à sua obra seu cunho também abertamente racista, sob o risco da passação de pano histórica”

Fiquei em primeiro no concurso, larguei emprego e o governo cortou minha bolsa

Tomaz Amorim: “O espancamento e a destruição a céu aberto, anunciada, da universidade pública são parte de um mesmo projeto. É a normalidade nacional escancarada”

Bacurau: a história de Canudos no século XXI

Canudos resiste. Não há mais, no entanto, idolatria messiânica, com sua carga de patriarcado e negação da vida. Há múltiplas raças, identidades de gênero, orientações sexuais, uso de entorpecentes farmacêuticos e tradicionais, cultos seculares e religiosos, licenciosidade sexual e flexibilidade moral

Bolsonaro: a paródia como plano de governo

Tomaz Amorim propõe uma leitura estética do governo Bolsonaro como um governo sem essência, que parodia governos populares anteriores e governa como se fosse oposição, enquanto seu programa de governo de fato permanece escondido

Amor militante em “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro

Tomaz Amorim Izabel: “É um caso raro de filme que pode dar prazer e fazer pensar tanto libertários, quanto religiosos, sem contradição necessária”

“Estamos em uma dimensão ruim” ou as realidades paralelas como resposta da ficção à catástrofe social

Na coluna de Tomaz Amorim: Por que tantos filmes e séries de ficção científica têm utilizado o recurso do multiverso e das realidades paralelas? O que isso diz sobre nosso presente político?

Uneafro-Brasil: Atlas da Violência 2019 mostra que genocídio da juventude e das mulheres negras continua

Organização aponta para a necessidade de reagir, a partir dos dados de aumento da violência, sobretudo entre os segmentos tratados como minorias, como mulheres, negros e população LGBTI+

Transtopia afrofuturista e privilégio branco em “A gente se vê ontem”, de Stefon Bristol

Na coluna de Tomaz Amorim, Stella Paterniani analisa o filme “A gente se vê ontem”, dirigido por Stefon Bristol e produzido por Spike Lee para a Netflix, e suas especificidades como uma obra de ficção científica negra

Bolsonaro e a falência do falo

Tomaz Amorim diz: “A imagem envelhecida, adoecida, que fala gaguejando, que tem a expressão permanente no rosto de ‘como é que eu vim parar aqui’, é o representante ideal deste falo que não funciona mais. Eis sua força de sedução. Daí se reconhecerem nele tantos homens”

O videogame como obra de arte e a série “Russian Doll”

Tomaz Amorim analisa a possibilidade dos jogos de videogame como forma artística e sua influência nas séries e filmes contemporâneos, como no exemplo mais recente da série “Russian Doll” da Netflix”

Deixando a Esmerilhândia a bordo de um vapor barato…

Na coluna de Tomaz Amorim, Krishnamurti dos Anjos resenha “Vapor barato”, novo romance político-psicanalítico de Wilson-Alves Bezerra

A poesia no pó das montanhas pulverizadas

Na coluna de Tomaz Amorim, Atilio Bergamini mostra, à luz do recente crime ambiental de Brumadinho, a presença das tragédias da mineração na poesia de Carlos Drummond de Andrade e nas reflexões de Davi Kopenawa