Tomaz Amorim

crítica cultural e literatura

  • Bolsonaro e a falência do falo

    Tomaz Amorim diz: “A imagem envelhecida, adoecida, que fala gaguejando, que tem a expressão permanente no rosto de ‘como é que eu vim parar aqui’, é o representante ideal deste falo que não funciona mais. Eis sua força de sedução. Daí se reconhecerem nele tantos homens”

  • A poesia no pó das montanhas pulverizadas

    Na coluna de Tomaz Amorim, Atilio Bergamini mostra, à luz do recente crime ambiental de Brumadinho, a presença das tragédias da mineração na poesia de Carlos Drummond de Andrade e nas reflexões de Davi Kopenawa

  • Sobre Necropoética e Cinema Negro com Sotaque Mineiro

    O cinema negro mineiro está fazendo história.  Apesar da potência transformadora das narrativas negras no audiovisual, o tripé racismo, machismo e capitalismo continua sendo um grande obstáculo para a realização a efetiva escrita de outra história

  • Dois poetas cubanos falam sobre o atual estado da poesia na ilha

    Na coluna de Tomaz Amorim, os editores da antologia “Nocaute: 6 poetas/Cuba/Hoje” entrevistam os poetas cubanas José Ramón Sánchez e Oscar Cruz sobre a situação da poesia contemporânea em Cuba e suas relações, sempre intensas, com a política

  • “Venham”: Senadora boliviana responde ao comentário racista de deputado carioca

    Tomaz Amorim reproduz em sua coluna a resposta de uma senadora boliviana ao comentário racista feito por um deputado carioca do partido de Bolsonaro. "Tragam-no para que nós, as 'índias', o ensinemos sua própria história, tragam-no para que veja como um país de 'índios' dá aulas de humanidade, humildade, honestidade e sacrifício"

  • O ridículo do falo em “O pau do Brasil”, de Wilson Alves-Bezerra

    Tomaz Amorim analisa em sua coluna o livro de poesia “O pau do Brasil”, de Wilson Alves-Bezerra: “Bezerra, um mestre da citação, recorta, parodia, deforma e remonta. O que aparece é uma imagem triste, confusa e, no entanto, realista do Brasil do noticiário, do Brasil eterno em sua maldade da vez”

  • Que tipo de filme é “Shirkers”?

    Em sua coluna, Tomaz Amorim reflete sobre o documentário “Shirkers” (2018), dirigido pela singapurense Sandi Tan, produzido pela Netflix e vencedor do prêmio de melhor direção de documentário no Festival Sundance

  • Mitologia Marvel

    Tomaz Amorim faz uma reflexão crítica sobre as relações entre as mitologias tradicionais e a mitologia moderna do mundo Marvel inventada por Stan Lee. O texto é uma homenagem à morte do criador do Homem-Aranha, Hulk e do Thor com 95 anos de idade

  • “A Casa que Jack Construiu”, de Lars von Trier, e o inferno na Terra

    Tomaz Amorim: “Esse thriller alegórico, com pitadas de horror, é um passeio acompanhado pelo inferno, ao modo da Divina Comédia de Dante, com a diferença fundamental de que o inferno não é mais metafísico, no além-vida, mas é bastante material, é social, é presente”

  • Bolsonaro 2022

    Tomaz Amorim, em novo texto, diz que “uma vitória de Haddad ou de Ciro no segundo turno destas eleições, com seus planos de governos de centro e suas disposições aos velhos acordões, é garantia de vitória de Bolsonaro em 2022"

  • Traga-me a cabeça dos racistas

    Viviane Pistache faz uma crítica da peça “Traga-me a cabeça de Lima Barreto”, em cartaz no Sesc Pompeia, em São Paulo, e reflete sobre a cena contemporânea do teatro negro