Tomaz Amorim

crítica cultural e literatura

11 de novembro de 2017, 16h07

Natural e artificial em Blade Runner, de Ridley Scott

 “O equívoco de Blade Runner foi seu otimismo, foi achar que a distinção entre natural e artificial seria combatida pelo estado policial e pela indústria privada quando na verdade os dois trabalham incessantemente pela sua indistinção cada vez maior” Por Tomaz Amorim Este comentário é sobre Blade Runner, o filme original, lançado em 1982. Na […]


+ posts

03 de outubro de 2017, 19h32

A defesa dos museus passa por sua democratização radical

Impossibilitados de criticar os governos no poder, porque são seus aliados, grupos de direita optaram recentemente por mudar a pauta do debate, da “política” para a “cultura”. As aspas em “política” e “cultura” se justificam porque estes grupos nunca debatem o tema em si, mas o usam de trampolim para atacar adversários e aumentar o […]


28 de setembro de 2017, 18h22

Bruno Itan: fotografia de vida, fotografia de guerra na Rocinha

A preocupação do fotógrafo é retratar, junto com a realidade, o outro lado, o lado comunitário, com pessoas do bem que querem paz, curtindo as belas paisagens dos morros do Rio.


19 de setembro de 2017, 21h31

Afrofuturismo ou raio laser mais barato

“O fato de que as práticas culturais negras tenham muitas vezes se voltado ao passado como forma de resistência, no resgate de uma tradição que esteve sempre ameaçada pela violência colonial, não se opõe a um olhar voltado, agora, ao futuro tecnológico. Estes dois focos são complementares e fundamentais para uma vivência mais plena do […]


16 de setembro de 2017, 08h51

Cultura hipster em Amantes Eternos, de Jim Jarmusch

Tomaz Amorim Izabel O filme “Amantes Eternos” (Only Lovers Left Alive, no original), escrito e dirigido por Jim Jarmusch em 2013, com Tilda Swinton, Tom Hiddleston e Mia Wasikowska no elenco, responde com um sonoro “Sim!” à pergunta: é possível dizer algo de profundo em um filme de vampiros? Parece que sim, se o foco […]