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24 de fevereiro de 2018, 12h55

Até Veja não concorda com a intervenção “estabanada” no Rio de Janeiro

Publicação, que apoiou e incentivou o golpe que decretou o impeachment de Dilma Rousseff, criticou o populismo de Michel Temer e sua desastrada intervenção no estado do Rio

“A mudança de rumo deixou à mostra que o presidente, apesar de sua popularidade, nutre esperanças de ser influente na eleição presidencial ou, até mesmo, de ser ele próprio candidato à reeleição”, diz a matéria – Foto: Reprodução/Marcos Corrêa/Fotos Públicas

Não é só a opinião pública que desaprova a atuação de Michel Temer na presidência da República, basta ver as pesquisas. As críticas vêm de onde menos se espera. A revista Veja desta semana decidiu criticar Temer e sua desastrada intervenção militar no Rio de Janeiro. A publicação da editora Abril, em sua reportagem de capa, cujo título é “A guinada populista de Temer”, diz que o emedebista “desistiu da agenda reformista para jogar para a plateia com uma intervenção estabanada no Rio de Janeiro”.

“Michel Temer espantou os meios políticos e econômicos na sexta-feira 16, ao dar uma guinada radical em sua agenda: abandonou o reformismo, tão impopular quanto necessário, e abraçou o populismo, tão popular quanto desnecessário, ao decretar intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro. Com isso, começa um novo governo Temer — o terceiro em menos de dois anos”, diz a matéria.

“A mudança de rumo deixou à mostra que o presidente, apesar de sua popularidade, nutre esperanças de ser influente na eleição presidencial ou, até mesmo, de ser ele próprio candidato à reeleição. Nesse projeto, a bandeira do combate à criminalidade é um empurrão e tanto, considerando que a sociedade brasileira, e não apenas a fluminense, está exausta de tanta violência”, relata o texto.


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