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09 de janeiro de 2020, 17h00

“Imprecionante”: Erro crasso de Weintraub é destaque no The Guardian, um dos maiores jornais do mundo

Principal periódico inglês dedicou uma matéria à falta de intimidade do ministro da Educação brasileiro com a ortografia

Reprodução/Twitter

A falta de intimidade do ministro da Educação com a pasta que administra atravessou o mundo e chegou até o Reino Unido. Nesta quinta-feira (9) o periódico inglês The Guardian, considerado um dos maiores jornais do mundo, dedicou toda uma matéria aos erros crassos de Abraham Weintraub.

O mote da reportagem é o último “deslize” do ministro. Na quarta-feira (8),  ao agradecer um afago feito pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), o chefe do MEC parece ter se emocionado e embarcado em mais uma gafe, impressionando os usuários do Twitter com um “imprecionante”. Isso mesmo, o ministro da Educação escreveu a palavra “impressionante” com “c” no lugar do “ss”.

“Ele é o ministro brasileiro responsável pela educação de dezenas de milhões de crianças em idade escolar e estudantes universitários. Mas uma série de erros ortográficos de alto nível deixaram a reputação ortográfica de Abraham Weintraub em farrapos, com acadêmicos e pais exigindo sua imediata expulsão do cargo”, relata o The Guardian na matéria intitulada “Brasil: Ministro da Educação de Bolsonaro é ridicularizado por uma série de erros de ortografia”.

Na reportagem, após descrever o erro cometido pelo ministro, o jornal inglês também expõe que é falsa a informação divulgada por Weintraub, na mesma mensagem, de que não há pesquisa acadêmica no Brasil sobre a área de segurança pública.

O periódico ainda relembra outros erros absurdos do responsável pelo MEC, como quando escreveu “suspenção”, ao invés de “suspensão”, em um documento oficial, ou quando confundiu o nome do escritor Franz Kafka com o prato árabe, a cafta.

Confira a íntegra da matéria, em inglês, aqui.

Outros tropeços

Não é a primeira vez que o ministro que pretende “limpar” livros didáticos escorrega no português. Em postagem feita em dezembro, pouco antes de sair de férias de fim de ano, o chefe do MEC criticou “antessessores” em bate-boca com olavistas no Twitter. A inclusão do “ss” onde não devia virou motivo de piada entre os ex-aliados. Em agosto, o erro foi em documento oficial do Ministério: ele escreveu a palavra “paralisação” com “z” duas vezes em um mesmo ofício.

 


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