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06 de junho de 2007, 19h00

Conflitos entre facções palestinas mostram lideranças enfraquecidas

Pelo menos 40 pessoas foram mortas e 114 ficaram feridas na Faixa de Gaza no conflito entre os braços armados do Hamas e Al-Fatah. De domingo até quarta-feira, foi estabelecido um cessar-fogo por dia entre os grupos, porém, a retomada dos confrontos sugerem grupos dentro das facções que não respondem mais aos comandos das lideranças políticas.

Pelo menos 40 pessoas foram mortas e 114 ficaram feridas na Faixa de Gaza no conflito entre os braços armados do Hamas e Al-Fatah. De domingo até quarta-feira, foi estabelecido um cessar-fogo por dia entre os grupos, porém, a retomada dos confrontos sugerem grupos dentro das facções que não respondem mais aos comandos das lideranças políticas. Por Anselmo Massad  Pelo menos 40 pessoas foram mortas e 114 ficaram feridas na Faixa de Gaza no conflito entre os braços armados do Hamas e Al-Fatah. De domingo até quarta-feira, foi estabelecido um cessar-fogo por dia entre os grupos, porém, a retomada dos...

Pelo menos 40 pessoas foram mortas e 114 ficaram feridas na Faixa de Gaza no conflito entre os braços armados do Hamas e Al-Fatah. De domingo até quarta-feira, foi estabelecido um cessar-fogo por dia entre os grupos, porém, a retomada dos confrontos sugerem grupos dentro das facções que não respondem mais aos comandos das lideranças políticas.

Por Anselmo Massad 

Pelo menos 40 pessoas foram mortas e 114 ficaram feridas na Faixa de Gaza no conflito entre os braços armados do Hamas e Al-Fatah. De domingo até quarta-feira, foi estabelecido um cessar-fogo por dia entre os grupos, porém, a retomada dos confrontos sugerem grupos dentro das facções que não respondem mais aos comandos das lideranças políticas.

Apenas na terça-feira, foram 16 registros de mortes. O Hamas também disparou mísseis contra Israel que divulgou oficialmente a realização de uma operação de retaliação que resultou na morte de cinco palestinos apontados como membros do grupo. A informação é da BBC Brasil.

Desde fevereiro, as duas principais forças políticas palestinas estabeleceram um acordo para a condução do governo que tem Ismail Haniyeh, do Hamas, como primeiro ministro, e Muhamad Abbas, do Fatah, como presidente. A divisão da indicação de ministérios foi a chave do acordo.

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Nas últimas semanas, nomeações feitas por Abbas na área de segurança despertaram insatisfação entre os membros do Hamas. No acordo, esse setor ficaria livre de vinculação partidária. Hani Qawasmi, ministro do interior, renunciou no domingo, diante dos conflitos. Desvinculado de ambos os grupos, a queda de Qawasmi ampliou a crise política.

(Com informações da BBC Brasil)

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