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19 de novembro de 2018, 11h35

Contra UNE, UBES e “doutrinação”, MBL lança braço no movimento estudantil

O movimento não pretende concorrer às eleições por considerar o modelo ultrapassado. “Consideramos esse modelo obsoleto e nosso objetivo é tornar esse tipo de organização insignificante”, disse Pedro D’eyrot, fundador do MBL

Reprodução
Coluna da jornalista Mônica Bergamo, na edição desta segunda-feira (19) da Folha de S.Paulo, diz que o Movimento Brasil Livre (MBL) vai lançar um movimento estudantil paralelo ao de entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que representam atualmente os alunos de escolas e universidades brasileiras. Segundo a reportagem, o movimento não pretende concorrer às eleições por considerar o modelo ultrapassado. “Consideramos esse modelo obsoleto e nosso objetivo é tornar esse tipo de organização insignificante”, disse Pedro D’eyrot, fundador do MBL. Fórum precisa ter um jornalista em Brasília em 2019. Será...

Coluna da jornalista Mônica Bergamo, na edição desta segunda-feira (19) da Folha de S.Paulo, diz que o Movimento Brasil Livre (MBL) vai lançar um movimento estudantil paralelo ao de entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), que representam atualmente os alunos de escolas e universidades brasileiras.

Segundo a reportagem, o movimento não pretende concorrer às eleições por considerar o modelo ultrapassado. “Consideramos esse modelo obsoleto e nosso objetivo é tornar esse tipo de organização insignificante”, disse Pedro D’eyrot, fundador do MBL.

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D’eyrot afirma que estudantes de mais de 3.000 escolas do Brasil já se cadastraram para participar do MBL Estudantil, que será lançado na sexta (23).

O MBL afirma que serão organizadas palestras, encontros e videoaulas para “municiar os alunos com argumentos ideológicos para que possam se defender da doutrinação em sala de aula. Nada melhor, pra contrapor um professor ideológico, do que um corpo de alunos também ideológicos”.

Veja também:  Valerio Arcary: O Congresso da UNE, quarenta anos depois de 1979

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