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08 de fevereiro de 2020, 09h51

Crítica de Zé de Abreu a Regina Duarte é a chave para se vencer o fascismo

"Zé de Abreu mobiliza mais as redes do que toda a esquerda junta, por isso assusta. Ele fala a língua do povo, aquela língua que o povo esqueceu de falar. A língua direta, não intelectualizada, não viciada na estética narcísica do bom mocismo", diz o colunista Gustavo Conde sobre o ator Zé de Abreu e seu ativismo político

Foto: Montagem

Por Gustavo Conde no Brasil 247

A crítica do ator José de Abreu à Regina Duarte provocou reações no establishment politicamente correto. Houve até quem escrevesse  um artigo no jornal Folha de S. Paulo para acusá-lo de “machista”. O instinto oportunista de gente autoproclamada ‘correta’ é das venalidades mais comoventes – e a imprensa hegemônica é o picadeiro ideal para que se desfile esse ódio recalcado.

Zé de Abreu mobiliza mais as redes do que toda a esquerda junta, por isso assusta. Ele fala a língua do povo, aquela língua que o povo esqueceu de falar. A língua direta, não intelectualizada, não viciada na estética narcísica do bom mocismo. A língua fragmentária e suja, que arranca o sentido à fórceps e o serve na bandeja sangrando.

A diferença é que Zé defende a democracia e combate o fascismo. Isso já o coloca na linha de frente nessa batalha assimétrica contra nazistas e contra a boçalidade tacanha dos sem-subjetividade.

Zé é o nosso bastardo inglório, o combatente insano, o soldado capaz de cravar –  metaforicamente – uma suástica na testa de um imbecil subdesenvolvido que pensa que é nazista mas é só um fanático abestalhado, saudoso da ditadura e apoiador de torturadores.

Sem Zé de Abreu, o Brasil vira um campo de concentração retórico à espera bem comportada e civilizada do auto aniquilamento.

Alguém esqueceu de contar para a esquerda brasileira que o inimigo extremista de direita, em permanente guerra pelo poder, é um assassino sempre covarde e sempre mentiroso, capaz de forjar atentados para se auto vitimizar, capaz de mentir obsessivamente, capaz de cometer qualquer espécie de crime, capaz de ignorar a dor e a desgraça de quem quer que seja e capaz de contar com os serviços sempre à disposição do nosso jornalismo passador de pano.

É por isso que o exército digital do bolsonarismo teme tanto Zé de Abreu. Eles sabem que a esquerda heroica lhes é útil na mobilização da anti-subjetividade e nem se dão mais ao esforço de mover um músculo para dissuadi-la desta missão gloriosa e autoimposta.

Esse exército bolsonarista, no entanto, entra em pânico quando se depara com um Zé de Abreu, porque o ator mexe nas profundezas daquilo que restou de humano nessa horda entreguista. Eles sabem que Zé carrega o DNA da mobilização digital, pois ele se pinta para a guerra, não fica posando de bom moço.

As reações de nazistas digitais a Zé de Abreu nas redes é um capítulo à parte. O desespero é tanto que eles se utilizam de táticas improváveis e desorganizadas. Um bolsonarista típico, por exemplo, é capaz de se tornar feminista apenas para atacar Zé de Abreu. Não é um feito?

Chegam ao extremo de atacar o linguajar supostamente pouco educado de Zé, fazendo uso – no entanto – de uma linguagem de esgoto, onde grassa o calão explícito e o insulto histérico. Unem-se à esquerda Nutella – que também critica Zé de Abreu mas com a educação pegajosa dos covardes traidores – apenas para defenderem a “fragilidade feminina” da “namoradinha do fascismo” (também conhecida agora nas redes como “rainha da suástica”).

Qual ativista de esquerda hoje no Brasil atinge tal desenvoltura em desestabilizar o sistema?

Os áudios de Zé

O ator, no entanto, é muito mais sofisticado do que faz parecer sua espontaneidade. Zé de Abreu está acima dessas reações que bajulam o sistema podre da crítica social de vitrine. Os áudios que ele enviou à coluna de Mônica Bergamo na mesma Folha de S. Paulo são antológicos. Suas transcrições são para serem lidas e relidas por várias décadas, como registro verdadeiramente crítico da covardia existencial que arrastou o Brasil para o lixo humano que é o bolsonarismo.

Zé de Abreu usa o léxico, o tom e a semântica assustadoramente adequados para o momento. Sua crítica à Regina Duarte é, em verdade, zero machista e 100% política. E é irrespondível.

A “secura” de seu discurso direto é um soco bem dado na enrolação das argumentações intelectuais de conciliação, tão glamourosas quanto inúteis.

Zé de Abreu é ainda uma lição na esquerda bem comportada que quer parecer “boazinha” e “justa”. Ele é tudo o que o Brasil precisa neste momento: cuspir em fascista e denunciar e expor a imundície de homens e mulheres que se aliam ao terror.

A minha posição nesta tarefa que é mostrar quais são os sentidos verdadeiramente subscritos na fala e no discurso de Zé de Abreu é técnica. Tratarei, aqui, de seus enunciados de posse das teorias contemporâneas da linguística – e não nesse achismo vagabundo que perambula nas hostes do “bolsonarismo crítico” travestido de “pensatas ensaísticas”, afundadas num idealismo tacanho de justiça de gênero que querem rebaixar Zé de Abreu a Pedro Bial.

E se meu tom ‘estala’ o radar da passionalidade frívola nos leitores mais sensíveis, permitam-me dizer: é exatamente isso que quero. A técnica não é incompatível com a paixão. Para desfibrilar a burrice que assombra a interpretação de texto neste país, só mesmo com um choque de 300 joules. Sem isso, o coração leitor congela e trinca.

Feitas as advertências gerais, passemos a outras: falemos um pouco do sentido – antes de debruçarmos sobre os fragmentos textuais de  Zé de Abreu que chocaram a elite acadêmica lambuzada em álcool gel.

O sentido, meus corajosos leitores, não está no dicionário. Ele está em vários outros lugares. Está, fundamentalmente, na subjetividade – na prática de se auto identificar como sujeito o tempo todo sem cessar.

O sentido, portanto, não está só no enunciado, está em quem enuncia. Uma mesma frase terá – obrigatoriamente – um sentido na boca de um fascista e outro, na boca de um não fascista.

Objetar a frase dita por um não fascista a imaginando na boca de um fascista pode ser um exercício interessante. Mas não encerra o debate sobre o que pode ou não ser dito, por quem quer que seja.

O sentido não pode ser “particionado”. É preciso ver o conjunto da obra. É esse conjunto que fornece a chave para se interpretar um enunciado singular. Querer patrulhar o discurso a ponto de ignorar sua heterogeneidade é um gesto tão fascista quanto demonizar um sujeito por seu sexo biológico (que, segundo Zé de Abreu e Jacques Lacan, inexiste – no que eu concordo com ambos).

Enunciados sempre “pegam mal” ou “pegam bem”. Se destacados, eles pegam “tudo”. E essa dor interminável de tentar achar a estratégia correta para tudo na vida é a armadilha fácil que fascina as mentes perplexas das vítimas conscientes do fascismo.

A espontaneidade de Zé – com todos os riscos embutidos – é muito mais consequente do que o medo imperativo dos que servem de polícia para o próprio discurso.

Esse é – ao menos, para mim – o ponto.

Claro que Zé de Abreu pode “escorregar”, como qualquer um de nós. Mas a coragem dele me interessa mais enquanto possibilidade de um discurso disruptivo, que fustigue a imbecilidade mecânica e previsível contida nas pílulas de horror do discurso bolsonarista.

Como linguista eu tenho plena consciência da toxicidade histórica de certos enunciados – e da respectiva necessidade de se evitá-los.

Mas para toda a generalidade, há exceções, até no universo do discurso.

A linguista francesa Jacqueline Authier-Revuz tem uma frase emblemática sobre esse aspecto da linguagem. Ela diz: “a língua não é idêntica a si mesma”. É enunciado teórico-técnico pleno da paixão (paixão pelo humano e pela técnica) e pode ser um ponto de partida para muitas coisas.

Vejamos, a seguir, a transcrição dos áudios polêmicos de Zé de Abreu extraída da matéria de Mônica Bergamo para o jornal Folha de S. Paulo:

“Fascista não tem sexo. Vagina não transforma uma mulher em um ser humano. Eu não vou parar. Eu sou radical mesmo e estou num caminho sem volta.”

Zé de Abreu foi mais rigoroso do que Roland Barthes e Simone de Beauvoir juntos: fascista não tem sexo. É esse enunciado que reveste a frase seguinte, que ‘estalou’ em ouvidos com síndrome da lacração.

Como criticar Zé de Abreu por falar a palavra “vagina”, se uma nazista-evangélica faz isso todos os dias diante da nossa macunaímica preguiça intelectual? Alguma mulher ou homem ou gay tem alguma dúvida de que não é a genitália que determina sua sexualidade dominante de um indivíduo? Cem anos de psicanálise não serviram para nada?

O enunciado de Zé de Abreu precisa ser interpretado como ‘enunciado do Zé de Abreu’, não como enunciado de um nazi-machista genérico, serviçal da besta-fera que se instalou no Planalto. Se se trocar o enunciador, troca-se o sentido, óbvio. Objetivamente, o ator está: 1) referindo-se à Regina Duarte, uma pessoa que se aliou a um governo nazista que defende a tortura e 2) dizendo que humanizar Regina porque ela tem uma vagina é uma operação hedionda: ninguém se torna humano ou deixa de ser humano pela genitália que ostenta entre as pernas, mas pelo que diz e pelo o que faz.

Qual a novidade no enunciado de José de Abreu? O choque é pelo tom? Pela secura?

É emblemático que uma esquerda cheirosa se queixe de um discurso tão direto: tudo o que eles parecem buscar nesse momento é se esconder nas reentrâncias do próprio medo.

Vamos ao próximo trecho (lembrando que são transcrições da fala de Zé de Abreu e não um texto redigido com as veleidades covardes de pretensos redatores):

“Não existe sexo [homem ou mulher]. Quem apoia miliciano, homofóbico, torturador, pra mim nem humano é. [Quem apoia o Coronel Brilhante] Ustra, [o ex-ditador do Paraguai Alfredo] Stroessner [já elogiados por Jair Bolsonaro]. Você sabe quem foi Stroessner! Torturador, pedófilo, estuprador de crianças, narcotraficante. Ele tinha uma rede de pessoas que pegavam crianças pobres para serem estupradas.”

Nem sei se esse trecho precisa de análise. Alguma restrição? Alguém se sentiu ferido, tonto, com vertigem? A direção é simples: ver Regina Duarte assumir uma secretaria de um governo que ostenta os valores descritos acima é um caso digno de pena? Ou de indignação? Será mesmo viável, a essa altura dos acontecimentos, protegê-la sob o simulacro de imagem fragilizada de “mulher”? Mulher pode ser fascista, afinal? É a democracia de gênero do fascismo?

Zé de Abreu se pergunta: ser mulher exime um ser humano da prática do fascismo?

É lícito que as marcas do enunciado podem fazer emergir o rastro de um machismo estrutural que, é bom lembrar, é comum a todos nós, homens e mulheres. Mas o tema aqui é fascismo, não machismo. Se não soubermos mais postular uma mínima hierarquização temática de um simples enunciado, é melhor abdicarmos da possibilidade da arte e do debate público. É como banir todos as novelas de Shakespeare porque ele era misógino. É como banir toda a obra de Monteiro Lobato, porque ele era racista.

Zé de Abreu é um artista. Seu discurso obedece à expressividade polifônica de um ator. Sua teimosia retórica expõe suas vísceras enquanto combatente político destituído do medo pequeno-burguês que esmaga a sociedade brasileira neste turno fantasmagórico de psicopatas no poder. O fato de ele não ter medo de ser patrulhado é uma virtude, não um defeito. Não neste momento histórico.

Vamos para mais um trecho de Zé de Abreu:

“Como é que uma pessoa dessas [referindo-se a Regina Duarte, que apoia e integrará o governo de Bolsonaro]… não, eu tô indignado. Não dá para respeitar quem apoia o Bolsonaro. Eu não tenho o menor respeito. Para mim não interessa se é homem ou mulher. Não pode. Não pode. Fascista a gente trata no cuspe. Não há como considerar o fascista um ser humano. E quem apoia fascista, fascista é.”

Mais claro, mais humano, mais direto, impossível. É desse ethos que o brasileiro auto identificado como progressista se ressente. Há possibilidade de relativizar a monstruosidade de Bolsonaro e de Regina Duarte?  É possível minimizar os efeitos assassinos de suas condutas? É crível usar meias palavras ou eufemismos envernizados para se referir a esse consórcio famigerado de terror e mentira?

Eu adverti que faria uma análise técnica e reitero: as palavras acima são técnicas. Não se pode tergiversar diante de monstros torturadores com suas subjetividades assombradas e interrompidas. É suicídio. É suicídio ético e é suicídio crítico.

Zé de Abreu prossegue, ilustrando o horror:

“É aquela história: tem 11 pessoas numa mesa. Senta um fascista e ninguém se levanta. São 12 fascistas. Não tem como respeitar. Sinto muito. Eu sou radical mesmo e estou num caminho sem volta. E não me arrependo.

Os gays me ligam, me mandam Whatsapp. Aquilo que eu postei, que [maquiadores e cabeleireiros] tiraram as rugas, os cabelos brancos, que costureiros fizeram roupas para esconder as banhas [de Regina Duarte] não é uma criação minha. As pessoas me ligam apavoradas, entendeu? Como é que pode uma atriz participar de um governo desses? É um negócio de louco. Ela diz que recebeu um chamado divino. Porra, é contra índio… ah, não dá. Desculpa. Mas é muito difícil.”

Esse ritmo digressivo e fragmentário, típico da oralidade, em Zé de Abreu, acentua o caráter fortemente reativo de sua resposta ao nazi-fascismo. É uma aula de ética. Com essa trepidação discursivo-gramatical, Zé de Abreu demonstra muito mais eficiência persuasiva que os intelectuais mofados que agonizam contemporizando o ódio.

Se não fizer trepidar o discurso, nada acontece. Zé de Abreu emociona por isso, porque ele não tem medo de se expor e porque ele nos brinda com um texto necessariamente desorganizado, já que a sociedade brasileira e o debate público estão ambos mergulhados em profundo caos político, social e cognitivo. Só um ator como Zé de Abreu para restituir a energia crítica presente no testemunho traumático de suportar um repositário de bestalidade que preside avacalhadamente um país.

Ele segue:

“Desde que a Regina foi ao Bolsonaro na eleição [para apoiá-lo, em 2018], camareiros, maquiadores, costureiros, todos me falavam “o que essa mulher vai fazer ao apoiar um homofóbico?”. Falei isso para ela. Mandei recados para ela.”

Aqui, o ator apenas relata o pânico de profissionais da TV que trabalharam com a atriz que se aliou ao fascismo. Ele faz mais: manifesta lealdade às relações profissionais que mantinha com a atriz a alertando do suicídio moral que ela estava prestes a cometer ao apoiar oficialmente um apologista do ódio.

A fala de Zé chega a ser delicada. É a fala de alguém que buscou ‘salvar’ uma pessoa, não o contrário. Como chamar um discurso assim de discurso de ódio? De discurso machista? Zé de Abreu não é um bajulador vendido e histérico como Pedro Bial, Zé de Abreu é a sinetinha básica para aqueles que perderam a noção.

Mais um trecho:

“Sou, talvez, sim, machista, misógino, por uma educação [que recebi], pela sociedade. Mas a cada dia eu tento “mulherar”. A cada dia eu sou menos machista, menos misógino. E tenho certeza disso.

(…)

Minhas esposas podem testemunhar o meu comportamento. E são várias. Eu piso na bola às vezes. Mas, numa boa, se há um homem que procura “mulherar” a cada dia sou eu.”

Zé de Abreu foi atacado por muitas pessoas que se dizem feministas. Eu gostaria que essas pessoas lessem esse trecho de sua fala. Zé demonstra ser alguém que tem consciência do machismo estrutural que nos é peculiar a todos. Ele combate esse machismo com humildade confessional e ainda afirma que esse monitoramento de si nunca será suficiente.

Faz uso de um neologismo poderoso que é a expressão ‘mulherar’. Um ‘tornar-se mulher’ permanente, que tire o homem e a sociedade do lodaçal misógino que grassa no universo de Regina Duarte, Damares Alves e Pedro Bial, este sim, um machista despudorado que atacou covardemente a diretora Petra Costa, num espetáculo grotesco de misoginia, inveja, despeito e subserviência.

O universo feminista é heterogêneo. Tem muitas correntes e disputas internas. Seria muito arriscado de minha parte dizer “o feminismo” ou “as feministas”. Mas façamos um esforço técnico de abstração temporária: alguma feminista de alguma corrente do feminismo poderia dar uma chance à materialidade do texto e reconhecer publicamente que Zé de Abreu é um sujeito da história que enaltece o direito inalienável, político e subjetivo da mulher?

Deixo a resposta em aberto para os corajosos leitores que até aqui chegaram, acrescentando um último trecho da fala de Zé de Abreu:

“Eu não vou parar. Não vou parar. Eu sei que estou certo. A minha consciência diz que eu estou certo. E eu vou continuar nessa.”

Zé de Abreu é o mais prodigioso registro em resposta ao espancamento cognitivo a que o Brasil foi lançado, com a doença social chamada antipetismo na linha de frente das abominações genocidas.

Seu discurso espontâneo, demasiadamente humano, revela a dor que pulsa na medula política de todos nós que ainda quedamos paralisados diante da promiscuidade anti-existencial das hordas nazi-fascistas do bolsonarismo e do morismo.

O ethos de Zé de Abreu é um imperativo para se vencer o nazi-fascismo. O nazi-fascismo foi vencido com uma guerra. O nazi-fascismo brasileiro não será vencido com uma eleição, pelo simples fato de que nazistas não aceitam derrotas no campo da democracia.

Quanto mais tentarmos entender o bolsonarismo, mais seremos contaminados por ele. Bolsonarista não se adota, não se ausculta, não se tolera. Bolsonarista tem de ser esmagado, enfrentado, afrontado. A segunda opção, nesses casos, é aceitar o próprio extermínio, gesto pouco atrativo na minha modesta opinião.

Zé de Abreu é o antídoto que todos procuramos em vão nesses últimos anos cascudos de perseguição institucional à democracia e à vida. É preciso falar de Zé, é preciso falar com Zé, é preciso replicar as falas de Zé.

Seu detratores são assaz violentos e gozam, agora, da companhia de luxo de setores da esquerda de grife. Mais um feito para Zé, porque assim ele implode mais esse sistema ideológico avacalhado de falsos progressistas.

Mil vivas a Zé de Abreu. Que ele jamais pare.

 


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