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05 de fevereiro de 2020, 08h52

Democracia em Vertigem: Flávio Dino diz ter “orgulho patriótico de Petra Costa e sua equipe”

Haddad afirmou que ela “Incomodou o establishment global”

Foto: Montagem/Divulgação

O governador do Maranhão, Flávio Dino, é mais uma personalidade que se manifesta em homenagem à cineasta Petra Costa e sua equipe, por conta da indicação para o Oscar de melhor documentário do filme “Democracia em Vertigem”.

Em sua conta do Twitter, nesta quarta-feira (5), Dino afirmou ter “orgulho patriótico da capacidade de Petra Costa e da sua equipe”.

“É uma grande vitória para o cinema do Brasil termos, mais uma vez, um filme brasileiro selecionado para concorrer ao Oscar. Independentemente do resultado final, tenho orgulho patriótico da capacidade de @petracostal e da sua equipe. Parabéns.”

“Incomodou o establishment global”

O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, deu parabéns a Petra Costa por Democracia em Vertigem. Ele afirmou que ela “Incomodou o establishment global”.

A cantora e compositora Daniela Mercury foi mais uma artista que fez postagem em apoio ao documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, que foi indicado ao Oscar.

Daniela disse que se sente “representada e muito orgulhosa da qualidade do trabalho de Petra Costa”.

Os compositores Caetano Veloso e Chico Buarque também postaram mensagens de apoio ao filme e à cineasta.

Governo de loucos

Chico gravou um vídeo onde dispara contra o governo de Jair Bolsonaro que, segundo ele, é formado por “loucos”. “Não souberam esperar mais quatro anos, quando talvez pudessem implantar um governo liberal. O que a gente vê, assistindo às cenas [do documentário] hoje, dá a impressão que estavam brincando com a democracia. O resultado tá aí: temos hoje um país governado por loucos”, declarou.

Retrocesso

Já Caetano, em seu vídeo, afirma: “Eu nunca achei que na minha vida veria tanto retrocesso. Passei minha juventude lutando contra a censura no meu país e contra uma ditadura militar brutal, que me colocou na cadeia e matou e torturou muitas pessoas”, disse Caetano.

“Inacreditavelmente, agora vivo em outra situação dentro de uma democracia, na qual o fascismo mostra suas garras. O governo brasileiro não está só travando uma guerra contra as artes e seus criadores, mas contra a Amazônia e os direitos humanos no geral”, prosseguiu o músico.

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