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25 de fevereiro de 2020, 09h17

“Deusa” na Sapucaí, Elza Soares defende igualdade de gênero: “Vamos fazer isso sempre, após o carnaval também”

A Mocidade Independente de Padre Miguel lembrou quando Elza cantava em circos mambembes e dos momentos em que ela foi vítima de agressões de ex-companheiros na ala "Machismo: Os selvagens do circo"

Elza Soares homenageada pela Mocidade Independente de Padre Miguel (Reprodução/TV Globo)

Homenageada pela Mocidade Independente de Padre Miguel com o enredo “Elza Deusa Soares”, a cantora, de 89 anos, apoveitou o desfile na Sapucaí para ampliar a luta pela igualdade de gênero.

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“Eu acho muito importante [a igualdade de gênero], eu que defendo isso sempre. Eu acho que tem uma grande importância, que continue pelo amor de Deus. Vamos fazer isso sempre, após o carnaval também”, afirmou Elza, enquanto se preparava para o desfile.

Na avenida, a Mocidade contou a vida da cantora, que teve uma infância pobre e subiu o morro com latas de água na cabeça. A escola ainda lembrou quando Elza cantava em circos mambembes e dos momentos em que ela foi vítima de agressões de ex-companheiros na ala “Machismo: Os selvagens do circo”, que comparou os agressores a homens da caverna.

Bastante emocionada, Elza Soares foi retratada como porta-voz das mulheres e da comunidade LGBT em um samba-enredo composto por Sandra de Sá.


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