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08 de janeiro de 2018, 08h16

Redação da Fuvest questiona se há limites para a arte e cita “Queermuseu”

Outros casos abordados foram a instalação “Bandeira Branca”, de Nuno Ramos, que manteve urubus presos em gaiolas, e as obras do inglês Marc Quinn, que utilizou o próprio sangue em alguns de seus trabalhos.

Outros casos abordados foram a instalação “Bandeira Branca”, de Nuno Ramos, que manteve urubus presos em gaiolas, e as obras do inglês Marc Quinn, que utilizou o próprio sangue em alguns de seus trabalhos.

Da Redação*

Os candidatos classificados para a segunda fase da Fuvest tiveram de abordar o tema “Há limites para a arte?” na redação aplicada neste domingo (7). Mais de 21,7 mil pessoas estavam classificadas para prestar o exame. De acordo com estudantes, o enunciado da redação trazia três textos sobre casos recentes envolvendo críticas a manifestações artísticas. A prova citava a exposição “Queermuseu” (foto), fechada no ano passado pelo Santander Cultural de Porto Alegre. À época, a mostra e os organizadores sofreram ataques nas redes sociais por movimentos que consideraram algumas imagens um incentivo à pedofilia, zoofilia e contra os bons costumes. Ao todo, o evento reunia mais de 270 obras, de 90 artistas plásticos, como Volpi e Portinari.

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Outros casos abordados na redação foram a instalação “Bandeira Branca”, de Nuno Ramos, que manteve urubus presos em gaiolas, e as obras do inglês Marc Quinn, que utilizou o próprio sangue em alguns de seus trabalhos.

Além da redação, os participantes responderam a questões de português, referentes a leituras obrigatórias da Fuvest: José de Alencar, Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade.

*Com informações do R7 e de O Dia

Foto: Facebook/Reprodução

 


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