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21 de janeiro de 2020, 08h19

Regina Duarte era considerada pela ditadura militante de esquerda “infiltrada na TV”

Ela chegou a ser monitorada pelo SNI (Serviço Nacional de Informações)

Foto: Reprodução

A atriz Regina Duarte, que acaba de ser convidada para assumir a pasta da Cultura pelo presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido), era vista como militante de esquerda “infiltrada na TV”, segundo relatório confidencial da extinta DSI (Divisão de Segurança e Informações), órgão do regime militar.

O documento, datado de 10 de maio de 1982, faz parte do acervo da ditadura. À época, ela fazia parte do elenco da novela “Sétimo Sentido” (TV Globo), da autora Janete Clair.

Ela chegou a ser monitorada pelo SNI (Serviço Nacional de Informações), como no episódio em que viajou a Cuba e foi recebida por Fidel Castro para ser homenageada pela associação cultural “Casa de Las Américas”, em 1984.

Há um documento da ditadura que descreve todos os fatos da passagem de Regina por Havana. A viagem ocorreu na época em que ela era a atriz principal do seriado “Malu Mulher” (TV Globo).

Em outro documento confidencial, por meio do qual os militares se dedicaram a investigar a “utilização de artistas para a propaganda do regime de Cuba”, há menção a uma entrevista de Regina ao jornal Voz da Unidade, do PCB (Partido Comunista Brasileiro).

Segundo o texto, a atriz “considera Fidel Castro um dos maiores estadistas do mundo” e “defende o reatamento das relações entre o Brasil e aquele país”.

Com informações do UOL

 

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