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16 de março de 2015, 15h16

Cunha: “Pedidos de impeachment de Dilma serão arquivados”

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, medida reivindicada por manifestantes no último domingo “beira o ilegal e o inconstitucional”

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, medida reivindicada por manifestantes no último domingo “beira o ilegal e o inconstitucional” Por Redação Nesta segunda-feira (16), durante um encontro na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que irá arquivar os pedidos de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff que chegarem à Casa. Segundo ele, a medida reivindicada por manifestantes no último domingo “beira o ilegal e o inconstitucional”. “Efetivamente, da nossa parte, não tem guarida para poder dar seguimento até porque entendemos que esta não é a solução. Entendemos que...

Segundo o presidente da Câmara dos Deputados, medida reivindicada por manifestantes no último domingo “beira o ilegal e o inconstitucional”

Por Redação

Nesta segunda-feira (16), durante um encontro na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que irá arquivar os pedidos de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff que chegarem à Casa. Segundo ele, a medida reivindicada por manifestantes no último domingo “beira o ilegal e o inconstitucional”.

“Efetivamente, da nossa parte, não tem guarida para poder dar seguimento até porque entendemos que esta não é a solução. Entendemos que temos um governo que foi legitimamente eleito e que, se aqueles que votaram neste governo se arrependeram de terem votado, isso faz parte do processo político. E não é dessa forma que vai resolver”, argumentou o peemedebista.

No entanto, Cunha não deixou de lado as críticas em relação ao governo. Em sua fala, ele comentou sobre o posicionamento dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Miguel Rossetto (Secretaria-Geral da Presidência) diante dos protestos.

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O deputado, que é defensor do financiamento privado de campanhas, reagiu frente às propostas de mudanças defendidas pelos ministros. “Não vi ninguém nas ruas pedir reforma política, vi pedir reforma de governo (…) Não vi ninguém nas ruas dizendo que o financiamento empresarial é o problema”, reclamou.

Foto de capa: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil

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