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11 de julho de 2019, 21h32

Defesa Civil faz primeiro balanço dos efeitos causados pelo rompimento de barragem na Bahia

Segundo o superintendente Vitor Gantois, o caso da barragem na Bahia se diferencia do de Brumadinho: "São situações diferentes, pois a de Minas era de rejeitos e comportava uma carga crescente. A nossa é usada para abastecimento d´água, e é dinâmica, existem momentos de cheias e momentos vazios".

Imagens posteriores ao rompimento da barragem em Pedro Alexandre (BA). (Foto: Reprodução Twitter)
A Defesa Civil do Estado da Bahia divulgou no fim da tarde desta quinta-feira (11) o primeiro balanço a respeito dos estragos provocados após o rompimento de uma barragem no município de Pedro Alexandre, no norte do Estado, e que atingiu também as cidade vizinha de Coronel João Sá, que também faz parte do distrito do Quati. Inscreva-se no nosso Canal do YouTube, ative o sininho e passe a assistir ao nosso conteúdo exclusivo O superintendente adjunto da Defesa Civil, Vitor Gantois, afirmou que até o momento não há registro de vítimas fatais. Ele também conta que os principais problemas...

A Defesa Civil do Estado da Bahia divulgou no fim da tarde desta quinta-feira (11) o primeiro balanço a respeito dos estragos provocados após o rompimento de uma barragem no município de Pedro Alexandre, no norte do Estado, e que atingiu também as cidade vizinha de Coronel João Sá, que também faz parte do distrito do Quati.

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O superintendente adjunto da Defesa Civil, Vitor Gantois, afirmou que até o momento não há registro de vítimas fatais. Ele também conta que os principais problemas aconteceram no município de Coronel João Sá onde algumas ruas ficaram alagadas, mas sem que houvesse casas destruídas. Esse primeiro balanço não dá uma cifra de pessoas que foram desalojadas nas duas cidades.

Gantois também relata que “algumas pessoas se recusaram a deixar as residências, com medo de furtos. Mas é importante que atendam ao alerta para assegurar vidas”. A Defesa Civil tampouco pode avaliar a estrutura da barragem, já que o que sobrou dela ainda se encontra submerso. Essa análise é importante já que, em um primeiro momento, a Defesa Civil afirmou que não houve um rompimento e sum um transbordamento, com o volume das águas superando a altura da barragem, como resultado das chuvas dos últimos dias, enquanto a Agência Nacional de Águas, quase simultaneamente, sim falava em um rompimento da mesma.

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Na entrevista à imprensa, o superintendente também afirmou que o caso da barragem na Bahia se diferencia do de Brumadinho: “São situações diferentes, pois a de Minas era de rejeitos e comportava uma carga crescente (…) a nossa é usada para abastecimento d´água, e é dinâmica, existem momentos de cheias e momentos vazios. A barragem não estava em situação de alerta, mas (por causa da chuva na região) houve monitorando prévio”.

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