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31 de agosto de 2016, 12h06

Defesa de Dilma já prepara ação no Supremo Tribunal Federal

Com a possibilidade do afastamento definitivo de Dilma Rousseff ser aprovado no Senado, José Eduardo Cardozo e sua equipe de advogados preparam recurso para apresentar ao STF.

Com a possibilidade de o afastamento definitivo de Dilma Rousseff ser aprovado no Senado, José Eduardo Cardozo e sua equipe de advogados preparam recurso para apresentar ao STF Por Redação Nesta quarta-feira (31), o processo de impeachment entra na sua fase final e, observando a possibilidade de o afastamento de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Senado, a defesa da presidenta eleita já prepara um recurso para enviar ao Supremo Tribunal Federal. O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e sua equipe de advogados devem apresentar em breve um mandado de segurança. Para Dilma, o recurso não é um desrespeito ao Senado e, sim, a...

Com a possibilidade de o afastamento definitivo de Dilma Rousseff ser aprovado no Senado, José Eduardo Cardozo e sua equipe de advogados preparam recurso para apresentar ao STF

Por Redação

Nesta quarta-feira (31), o processo de impeachment entra na sua fase final e, observando a possibilidade de o afastamento de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Senado, a defesa da presidenta eleita já prepara um recurso para enviar ao Supremo Tribunal Federal. O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e sua equipe de advogados devem apresentar em breve um mandado de segurança.

Para Dilma, o recurso não é um desrespeito ao Senado e, sim, a continuidade da tentativa de impedir que a Casa compactue com o golpe parlamentar: “Não recorro ao Supremo Tribunal Federal porque não esgotei esta instância, não terminei aqui. Vim aqui porque respeito esta instituição. Mas, se (o Senado) der este passo, estará compactuando com golpe”, afirmou a petista em resposta a Aloysio Nunes (PSDB-SP) durante sua defesa.

Em outras tentativas de recurso no Supremo Tribunal Federal, os ministros mostraram pouca abertura para reverter decisões do poder Legislativo. Antes de ser afastada, Dilma pediu suspensão da decisão da Câmara, alegando condução do processo por Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o objetivo de impedir sua própria cassação. O ministro Teori Zavascki invalidou a questão sob justificativa de que o pedido excedia o mérito do processo de impeachment.

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Foto de capa: Arnaldo Saldanha

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