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02 de maio de 2018, 14h37

Delegado afirma: “Tiros contra caravana de Lula foram um ataque planejado”

Ônibus foi alvo de disparos no dia 27 de março entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul e Hélder Laudia, responsável pelas investigações, deve pedir mais 30 dias para concluir o inquérito

Foto: Divulgação/PT Responsável pelas investigações sobre o ataque à caravana do ex-presidente Lula no Paraná, o delegado Hélder Lauria declarou que os tiros contra o ônibu foram um ataque planejado. Os veículos foram alvejados no dia 27 de março, quando passavam por um trecho da PR-473 entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, segundo informações de Fabiula Wurmeister e Cícero Bittencourt, do G1. Segundo Lauria, o atirador se posicionou e esperou a caravana passar para atirar. O delegado disse, contudo, que ainda não é possível afirmar o local exato dos disparos e também a motivação do crimnoso. “Quem fez...

Foto: Divulgação/PT

Responsável pelas investigações sobre o ataque à caravana do ex-presidente Lula no Paraná, o delegado Hélder Lauria declarou que os tiros contra o ônibu foram um ataque planejado. Os veículos foram alvejados no dia 27 de março, quando passavam por um trecho da PR-473 entre Quedas do Iguaçu e Laranjeiras do Sul, segundo informações de Fabiula Wurmeister e Cícero Bittencourt, do G1.

Segundo Lauria, o atirador se posicionou e esperou a caravana passar para atirar. O delegado disse, contudo, que ainda não é possível afirmar o local exato dos disparos e também a motivação do crimnoso. “Quem fez isso sabia o que estava fazendo. Não podemos dizer que foi algo orquestrado e o que motivou. Mas, a pessoa não estava lá atirando em passarinhos e por acaso acertou o ônibus”, comentou.

O responsável pelo caso deve pedir ao menos mais 30 dias para concluir o inquérito policial. Até agora foram ouvidas 30 testemunhas, entre moradores, policiais e seguranças. Ainda devem ser ouvidos mais seguranças, policiais, passageiros e um jornalista que estava na caravana.

Veja também:  Artigo: Sobre golpes, angústias e o dia que Lula foi ministro

No dia do ataque, o Partido dos Trabalhadores divulgou que dois ônibus tinham sido atingidos por três tiros. Entretanto, a marca no outro veículo não foi um tiro, de acordo com a perícia. O laudo não indicou presença de chumbo no local da marca. “Foi um impacto contundente, vulgarmente conhecido como pedrada”, disse o perito.

 

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