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03 de maio de 2019, 14h34

Deputada denuncia presidente da Caixa por nomeação de personal trainer com salário de R$ 30 mil

Genro do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, delator do caso Triplex que levou Lula à prisão, Guimarães nomeou seu personal trainer, Cleyton Carregari, como consultor da presidência da Caixa Econômica Federal

O personal trainer, Cleyton Carregari, e Pedro Guimarães (Montagem)
Em entrevista ao jornalista Eduardo Maretti, da Rede Brasil Atual, nesta quinta-feira (2), a deputada Erika Kokay (PT/DF) disse que entrou com duas representações, uma na Comissão de Ética Pública da Presidência da República e outra no Ministério Público, contra o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, pela nomeação de seu personal trainer para cargo comissionado na instituição. Genro do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, delator do caso Triplex que levou Lula à prisão, Guimarães nomeou seu personal trainer, Cleyton Carregari, como consultor da presidência da instituição, com salário de R$ 30 mil. “Um personal trainer não tem...

Em entrevista ao jornalista Eduardo Maretti, da Rede Brasil Atual, nesta quinta-feira (2), a deputada Erika Kokay (PT/DF) disse que entrou com duas representações, uma na Comissão de Ética Pública da Presidência da República e outra no Ministério Público, contra o presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Pedro Guimarães, pela nomeação de seu personal trainer para cargo comissionado na instituição.

Genro do empreiteiro Leo Pinheiro, da OAS, delator do caso Triplex que levou Lula à prisão, Guimarães nomeou seu personal trainer, Cleyton Carregari, como consultor da presidência da instituição, com salário de R$ 30 mil.

“Um personal trainer não tem a capacidade técnica para exercer a função. E recursos públicos estão sendo utilizados para pagar indevidamente o salário de alguém”, disse a parlamentar.

Segundo Erika, Pedro Guimarães disse que o personal é alguém que ele confia e, por isso o nomeou.

“Ele chegou a dizer que o personal trainer é uma pessoa em quem ele confia e, portanto, é de caráter pessoal, de uma relação privada; segundo, que ele seria importante para auditar os patrocínios. Ora, a Caixa tem um corpo técnico altamente qualificado, de pessoas concursadas, que têm todas as condições de fazer qualquer tipo de auditagem. Quem não tem condições é o personal trainer. Ele não tem formação adequada para fiscalizar e auditar patrocínios de uma empresa financeira”, disse a deputada.

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Leia a reportagem na íntegra na Rede Brasil Atual

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