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02 de outubro de 2018, 09h47

Empresário coage funcionários a votarem em Bolsonaro e deputado agradece no Twitter

"Fica o meu compromisso, com você meu colaborador, de que não haverá corte no 13º e nas férias dos colaboradores do grupo Condor", diz, em carta, Pedro Joanir Zonta.

O empresário Pedro Joanir Zonta (foto: divulgação/WBC Comunicação)

Em sua conta no Twitter, o deputado estadual pelo PSL, Delegado Francischini, reproduz uma carta que o empresário Pedro Joaniz Zonta, dono de uam rede de 43 lojas varejistas no Paraná e em Santa Catarina, coage os funcionários a votarem no presidenciável Jair Bolsonaro (PSL).

“Nesta carta fica o meu compromisso, com você meu colaborador hoje, de que não haverá de forma alguma, corte no 13º (décimo terceiro) e nas férias dos colaboradores do grupo Condor. Acredito no Bolsonaro, votarei nele e peço que confiem em mim e nele para colocar o Brasil no rumo certo. Por tudo isso e muito mais. É Bolsonaro – 17” (SIC), afirma o empresário, depois de elencar os motivos pelos quais vota em Bolsonaro e não vota na esquerda.

Entre os motivos pelos quais diz não votar na esquerda, Zonta afirma que haverá “aumento do desemprego e da criminalidade” e a “transformação do Brasil em uma Venezuela”. Entre os ítens pró-Bolsonaro, Zonta diz que haverá “preservação da família”, “país sem corrupção”, “aumento dos empregos” e “liberdade para governar pois não tem acertocom partidos políticos”.

Na postagem, o delegado Franceschini agradece ao empresário “pela coragem e senso patriótico”.


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