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08 de dezembro de 2019, 09h06

Indígena ligado à Arquidiocese de Manaus morre após brutal espancamento

De acordo com nota da Arquidiocese de Manaus, “foi um ato de extrema violência que o deixou internado em estado gravíssimo, com afundamento do crânio, fêmur quebrado e perfuração na cabeça”

Foto: Arquidiocese de Manaus

O assessor das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARNI), Humberto Peixoto, 37, que era da etnia Tuiuca e trabalhava na Cáritas Arquidiocesana, morreu dias após ser brutalmente espancado.

As agressões ocorreram na última segunda-feira (2), por volta das 15h, quando Humberto retornava para sua casa.

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De acordo com nota da Arquidiocese de Manaus, neste sábado (7), “foi um ato de extrema violência que o deixou internado em estado gravíssimo, com afundamento do crânio, fêmur quebrado e perfuração na cabeça”. A entidade soltou uma nota de falecimento. Leia abaixo:

NOTA DE FALECIMENTO

A Arquidiocese de Manaus informa o falecimento de Humberto Peixoto, que trabalhava na Cáritas Arquidiocesana como Assessor das Mulheres Indígenas do Alto Rio Negro (AMARNI). Na última segunda-feira (2/12), Humberto foi espancado quando retornava para sua casa por volta das 15h. Foi um ato de extrema violência que o deixou internado em estado gravíssimo, com afundamento do crânio, fêmur quebrado e perfuração na cabeça, o que provavelmente levou à morte encefálica na terça-feira e, na manhã deste sábado veio a óbito. Humberto era indígena da etnia Tuiuca, tinha 37 anos, deixa esposa e uma filha de 5 anos.


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