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22 de setembro de 2017, 17h53

Doria vai confirmando traição à Alckmin e se oferece ao DEM como opção para 2018

Caso sua candidatura se confirme, o prefeito sacramentará de vez sua traição à Alckmin, para quem ele jurou lealdade e chegou a chamar de “presidente”, bem como ao povo de São Paulo, que o elegeu para um mandato de 4 anos, e não de 2 Por Redação  O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), recebeu em sua casa, na noite desta quinta-feira (21), a cúpula do DEM, incluindo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ). No jantar, o prefeito tucano se ofereceu como opção ao partido de Maia para disputar a presidência em 2018. De acordo com...

Caso sua candidatura se confirme, o prefeito sacramentará de vez sua traição à Alckmin, para quem ele jurou lealdade e chegou a chamar de “presidente”, bem como ao povo de São Paulo, que o elegeu para um mandato de 4 anos, e não de 2

Por Redação 

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), recebeu em sua casa, na noite desta quinta-feira (21), a cúpula do DEM, incluindo o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ). No jantar, o prefeito tucano se ofereceu como opção ao partido de Maia para disputar a presidência em 2018.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, Doria foi cauteloso para não mostrar desrespeito ao seu padrinho político, Geraldo Alckmin (PSDB), mas indicou que está disposto a concorrer à presidência por outro partido, sim, caso sua legenda não o escolha como candidato. Para o tucano, os números de pesquisas de opinião são fatores fundamentais que seu partido deveria levar em consideração na hora de escolher o candidato. Em outra ocasião, Doria chegou a afirmar que não disputaria prévias com Alckmin.

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“Se essa fosse a decisão do PSDB, e se o DEM não tivesse candidato, qual seria a melhor opção que não apoiar Doria?”, disse Rodrigo Maia a jornalistas.

Caso a candidatura de Doria se confirme, o ex-apresentador de televisão selará de vez sua traição à Alckmin, para quem ele jurou lealdade e chegou a chamar de “presidente”, bem como ao povo de São Paulo, que o elegeu para um mandato de 4 anos, e não de 2.

Foto: Agência Brasil 

 

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