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11 de dezembro de 2015, 12h18

Economist: “Justiça brasileira é antiquada e estranha, assim como Sérgio Moro”

Em reportagem sobre a corrupção no Brasil, revista britânica ressalta que, embora a população veja Moro como herói, as estratégias utilizadas pelo magistrado apontam para uma falha legislativa, ao aprisionar suspeitos antes de irem a julgamento.

Em reportagem sobre a corrupção no Brasil, revista britânica ressalta que, embora a população veja Moro como herói, as estratégias utilizadas pelo magistrado apontam para uma falha legislativa, ao aprisionar suspeitos antes de irem a julgamento Por Redação Nessa semana, a revista britânica The Economist trouxe uma reportagem sobre a corrupção no Brasil, em que afirma que o sistema de justiça criminal do país é antiquado e estranho, assim como a atuação do juiz responsável pela operação Lava-Jato, Sérgio Moro. A publicação ressalta que, embora a população o veja como herói, as estratégias utilizadas pelo magistrado apontam para uma falha...

Em reportagem sobre a corrupção no Brasil, revista britânica ressalta que, embora a população veja Moro como herói, as estratégias utilizadas pelo magistrado apontam para uma falha legislativa, ao aprisionar suspeitos antes de irem a julgamento

Por Redação

Nessa semana, a revista britânica The Economist trouxe uma reportagem sobre a corrupção no Brasil, em que afirma que o sistema de justiça criminal do país é antiquado e estranho, assim como a atuação do juiz responsável pela operação Lava-Jato, Sérgio Moro.

A publicação ressalta que, embora a população o veja como herói, as estratégias utilizadas pelo magistrado apontam para uma falha legislativa, ao aprisionar suspeitos antes de irem a julgamento. “A maioria dos países só utiliza a detenção pré-julgamento como último recurso”, informou o texto.

A Economist cita como exemplo uma série de suspeitos que foram presos por ordem de Moro e colocados em liberdade pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por identificar no parecer da prisão motivos genéricos e abstratos. “Se o Sr. Moro age com tamanha independência para julgar os casos, é porque a lei brasileira confere esse tipo de poder incomum aos juízes”, afirmou.

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Foto de capa: EBC

 

 

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