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25 de janeiro de 2019, 19h47

Em 2005, Bolsonaro chamou chefe da milícia de “brilhante oficial”

Em seu discurso à época, Bolsonaro pede ajuda da então deputada federal Denise Frossard, ex-juiza criminal, para reverter a condenação de Adriano da Nóbrega

Foto: Reprodução Apontado pelo Ministério Público como chefe da milícia do Rio das Pedras e articulador do Escritório do Crime – principal grupo de matadores de aluguel do Rio -, o ex-capitão da Polícia Militar, Adriano Magalhães da Nóbrega, o Urso Polar, já foi homenageado por Jair Bolsonaro, de acordo com informações de Igor Mello, de O Globo. O miliciano tinha sido condenado por homicídio dias antes do pronunciamento de Bolsonaro no plenário da Câmara. O então parlamentar afirmou ter comparecido ao julgamento do PM, segundo ele um “brilhante oficial”. Fórum terá um jornalista em Brasília em 2019. Será que...

Foto: Reprodução

Apontado pelo Ministério Público como chefe da milícia do Rio das Pedras e articulador do Escritório do Crime – principal grupo de matadores de aluguel do Rio -, o ex-capitão da Polícia Militar, Adriano Magalhães da Nóbrega, o Urso Polar, já foi homenageado por Jair Bolsonaro, de acordo com informações de Igor Mello, de O Globo.

O miliciano tinha sido condenado por homicídio dias antes do pronunciamento de Bolsonaro no plenário da Câmara. O então parlamentar afirmou ter comparecido ao julgamento do PM, segundo ele um “brilhante oficial”.

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Bolsonaro falou a respeito do caso no dia 27 de outubro de 2005, quatro dias depois da condenação de Adriano a 19 anos e seis meses de prisão pela morte do guardador de carros Leandro dos Santos Silva, de 24 anos.

Em seu discurso, Bolsonaro pede ajuda da então deputada federal Denise Frossard, ex-juiza criminal, para reverter a condenação de Adriano. O presidente criticou um coronel da PM, responsável por uma sindicância contra o miliciano, sem considerar, segundo Bolsonaro, “o fato de ele ter sido um brilhante oficial”.

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“Um dos coronéis mais antigos do Rio de Janeiro compareceu fardado, ao lado da Promotoria, e disse o que quis e o que não quis contra o tenente, acusando-o de tudo que foi possível, esquecendo-se até do fato de ele sempre ter sido um brilhante oficial e, se não me engano, o primeiro da Academia da Polícia Militar”, declarou Bolsonaro.

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