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26 de maio de 2019, 15h51

Em missa na Paulista, padre diz: “Bolsonaro não é aquilo que queríamos, mas foi o que Deus nos deu”

Representante da Liga Cristã Mundial afirmou que Bolsonaro “foi escolhido por Deus”, “o que ficou determinado, claramente, após ele conseguir sobreviver ao atentado feito pelos inimigos da esquerda, comunistas, socialistas, o mal, a paralisia, o atraso”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A manifestação pró-Bolsonaro realizada neste domingo (26), em São Paulo, teve direito à missa realizada em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o ato, o padre Carlos Maria de Aguiar, da denominação Liga Cristã Mundial, disse: “Bolsonaro não é aquilo que muitos de nós queríamos, mas foi o que Deus nos deu”. Em reposta, os apoiadores gritaram “mito”. Em clima de fanatismo, Aguiar disse, ainda, que Bolsonaro “foi escolhido por Deus”, “o que ficou determinado, claramente, após ele conseguir sobreviver ao atentado feito pelos inimigos da esquerda, comunistas, socialistas, o mal, a paralisia,...

A manifestação pró-Bolsonaro realizada neste domingo (26), em São Paulo, teve direito à missa realizada em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista. Durante o ato, o padre Carlos Maria de Aguiar, da denominação Liga Cristã Mundial, disse: “Bolsonaro não é aquilo que muitos de nós queríamos, mas foi o que Deus nos deu”. Em reposta, os apoiadores gritaram “mito”.

Em clima de fanatismo, Aguiar disse, ainda, que Bolsonaro “foi escolhido por Deus”, “o que ficou determinado, claramente, após ele conseguir sobreviver ao atentado feito pelos inimigos da esquerda, comunistas, socialistas, o mal, a paralisia, o atraso”.

Messias

Em seguida, o padre disse que Bolsonaro não tem “Messias” no nome à toa. Depois, disso, Aguiar saiu de cena, sendo substituído por uma integrante de um grupo identificado como Fiscais da Nação, que continuou com discursos do tipo: contra a esquerda, contra privilégios e de apoio ao presidente.

Manifestantes discursaram pedindo o fim do foro privilegiado e a favor da reforma da Previdência. Ergueram cartazes defendendo o pacote anticrime de Sérgio Moro e a CPI da Lava Toga.

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Com informações do UOL

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