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26 de agosto de 2014, 19h16

Em nota, PSB diz que avião seria declarado no fim da campanha

Justiça investiga se jatinho é fruto de caixa dois.

Justiça investiga se jatinho é fruto de caixa dois Por Redação A direção nacional do PSB declarou nesta terça-feira (26) que o avião Cessna Citation 560 XL, que era utilizado pelo candidato à presidência Eduardo Campos, seria declarado à Justiça Eleitoral no fim da campanha. A aeronave caiu no dia 13 de agosto, em Santos, vitimando Campos e outras seis pessoas. Segundo o núcleo da campanha, que agora tem Marina Silva como candidata, o uso do jatinho foi autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira. “Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto...

Justiça investiga se jatinho é fruto de caixa dois

Por Redação

A direção nacional do PSB declarou nesta terça-feira (26) que o avião Cessna Citation 560 XL, que era utilizado pelo candidato à presidência Eduardo Campos, seria declarado à Justiça Eleitoral no fim da campanha. A aeronave caiu no dia 13 de agosto, em Santos, vitimando Campos e outras seis pessoas.

Segundo o núcleo da campanha, que agora tem Marina Silva como candidata, o uso do jatinho foi autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira. “Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o recibo eleitoral, total e final”, declarou o PSB em nota oficial.

A declaração do partido vem logo depois de a Justiça informar que estava investigando se o jatinho seria fruto de caixa dois.

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