Justiça argentina inclui mais três réus em investigação sobre a morte de Maradona

Um psicólogo e dois enfermeiros que trabalhavam na casa do ex-jogador são os novos suspeitos em processo que já tinha como alvos um médico e outra psicóloga

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Nesta segunda-feira (8), a Justiça da Argentina aceitou o pedido do Ministério Público desse país para incluir outros três nomes na investigação sobre a morte do ex-jogador Diego Armando Maradona, ocorrida em novembro de 2020.

Os novos suspeitos são o psicólogo Carlos Díaz, e os enfermeiros Ricardo Almirón e Dahiana Gisela Madrid, que trabalhavam na casa de Maradona. Eles são acusados de cumplicidade com os outros dois suspeitos que já vinham sendo investigados: a também psicóloga Agustina Cosachov e o médico Leopoldo Luque.

A tese do Ministério Público é de que Luque e Cosachov foram os principais responsáveis pela negligência que levou à morte de Maradona, a qual alguns legistas que analisaram o caso teriam considerado “evitável”.

No caso de Díaz, Almirón e Madrid, a acusação de cumplicidade se daria pela suposição de que eles seriam conscientes de que as indicações dos principais suspeitos levariam à morte do ex-jogador, e não teriam atuado para evitá-la. Os promotores também explicaram que os enfermeiros Almirón e Madrid trabalhavam sob as ordens do médico Luque, enquanto Díaz era subordinado à psicóloga Cosachov.

Diego Armando Maradona faleceu aos 60 anos, no dia 25 de novembro, devido a uma parada cardiorrespiratória.