Rebeca Andrade está cheia de medalhas e com um bom problema. Só nas Olimpíadas de Paris ela ganhou quatro, uma de ouro, duas de prata e uma de bronze. Ela, no entanto, afirmou ao narrador Galvão Bueno que não vai mais carrega-las no pescoço.
A razão é um tanto prosaica. Não é pelo peso, pelo medo de perder ou ser roubada. O fato é que as medalhas estava m arranhando ao entrar em contato umas com as outras.
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A revelação de Rebeca foi compartilhada por Galvão e já conta com mais de 500 mil views.
“Elas estão batendo muito umas nas outras e estão arranhando. E eu estou ficando triste. Eu não quero ficar triste. Então não vou mais colocá-las no pescoço: vou andar com elas na minha mão. Duas na mão, duas no bolso, para não correr o risco”, relatou Rebeca.
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Logo a seguir, ela exibiu as medalhas para a câmera individualmente: o bronze, da final por equipes; as duas medalhas de prata, conquistadas no individual geral e no salto e o ouro no solo. Antes de mostrar, a medalhas estavam no seu colo.
A maior de todas
Com as vitórias em Paris Rebeca passou a ser a maior medalhista olímpica da história do Brasil, com seis no total. Na última Olimpíada, em Tóquio-2020, ela havia conquistado uma prata no individual geral, além do ouro no salto.