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25 de setembro de 2018, 09h10

Evento “Terreiros contra Bolsonaro” faz convocação para participação em evento #EleNão, no Rio

O grupo convida a todos para se juntarem à manifestação Mulheres Contra Bolsonaro que acontecerá na Cinelândia

Banner Terreiros contra Bolsonaro. Foto: Reprodução
Depois das mulheres, LGBTs, Judeus entre diversos outros, foi criado no Facebook o evento “Terreiros Contra Bolsonaro”. O grupo fechado convida a todos para o evento #EleNao, no dia 29/9, às 12h, no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, para se juntarem à manifestação Mulheres Contra Bolsonaro que acontecerá, no mesmo dia, às 15h, na Cinelândia. Veja abaixo a chamada do evento: Por decisão coletiva, o grupo é fechado e, sendo fechado, o evento também seria fechado, o que não faz sentido. Por isso o evento segue pelo meu perfil, para que possa ser aberto e reunir muita gente....

Depois das mulheres, LGBTs, Judeus entre diversos outros, foi criado no Facebook o evento “Terreiros Contra Bolsonaro”. O grupo fechado convida a todos para o evento #EleNao, no dia 29/9, às 12h, no Largo da Carioca, no Rio de Janeiro, para se juntarem à manifestação Mulheres Contra Bolsonaro que acontecerá, no mesmo dia, às 15h, na Cinelândia.

Veja abaixo a chamada do evento:

Por decisão coletiva, o grupo é fechado e, sendo fechado, o evento também seria fechado, o que não faz sentido. Por isso o evento segue pelo meu perfil, para que possa ser aberto e reunir muita gente. Decidimos coletivamente nos encontrar no dia 29/9, às 12h, no Largo da Carioca. Dali seguiremos caminhando, batucando, dançando ao encontro do ato das Mulheres Contra Bolsonaro que acontecerá, no mesmo dia, às 15h, na Cinelândia. Chame sua casa, traga faixas, cartazes. Vamos de branco, à caráter, do jeito que somos. Vamos juntos dizer #EleNao #EleNunca

Ataques à religiões de matriz africana

Veja também:  Lula envia carta de solidariedade aos militantes sem-teto presos em São Paulo

Ao longo dos últimos anos, vários terreiros de Candomblé, Umbanda e outras religiões de matriz africana sofreram atentados. Alguns deles foram totalmente destruídos, como o ocorrido em Luziânia (GO), no final de 2017. Outro caso aconteceu, um mês antes, em Jundiaí, interior de São Paulo. Em novembro de 2015, um terreiro foi incendiado no Distrito Federal. Aquele foi o quarto caso semelhante só naquele ano.

Além de atentados às suas casas, os praticantes destas religiões sofrem preconceitos de toda a sorte. Seus filhos por exemplo, são barrados e escolas por usarem trajes de candomblé.

O próprio padre Fábio de Melo foi notificado pelo advogado do Babalawô Ivanir dos Santos, presidente da Comissão Estadual de Combate à Intolerância Religiosa. Ele solicitou que o padre retirasse do ar um vídeo em que aparece depreciando religiões de matriz africana em um sermão.

 

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