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04 de julho de 2019, 20h33

Ex-aluno morre após levar facada de vigilante na PUC-SP

Testemunhas que estavam no local afirmam que o estudante foi impedido de entrar na faculdade para usar o banheiro e pegou uma barra de ferro para agredir o vigilante, que teria revidado com uma faca, uma arma branca

Foto: Reprodução/Google Street View
Bruno Silva, de 27 anos, formado em Engenharia Civil na PUC-SP, foi esfaqueado por um vigilante da universidade durante briga e morreu. O caso aconteceu na tarde desta quinta-feira (4) na unidade Consolação, no centro da capital paulista. Testemunhas que estavam no local afirmam que o estudante foi impedido de entrar na faculdade para usar o banheiro e pegou uma barra de ferro para agredir o segurança, que teria revidado com um faca, uma arma branca. O jovem foi atendido pelo Samu, mas não resistiu. O vigia foi ouvido no 4º DP e levado para exames de corpo de delito. A...

Bruno Silva, de 27 anos, formado em Engenharia Civil na PUC-SP, foi esfaqueado por um vigilante da universidade durante briga e morreu. O caso aconteceu na tarde desta quinta-feira (4) na unidade Consolação, no centro da capital paulista.

Testemunhas que estavam no local afirmam que o estudante foi impedido de entrar na faculdade para usar o banheiro e pegou uma barra de ferro para agredir o segurança, que teria revidado com um faca, uma arma branca. O jovem foi atendido pelo Samu, mas não resistiu. O vigia foi ouvido no 4º DP e levado para exames de corpo de delito.

A PUC emitiu nota lamentando o episódio. “A PUC-SP lamenta profundamente o ocorrido entre um vigilante de uma empresa terceirizada e um ex-aluno, no campus Marquês de Paranaguá, na tarde desta quinta-feira (4/7). A instituição está tomando todas as providências cabíveis e, ao seu alcance, colaborando com as autoridades para o esclarecimento das circunstâncias referentes ao caso.  Mais uma vez enfatizamos nosso compromisso com uma sociedade pacífica, pautada no diálogo e no respeito”.

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Antônio Carlos Malheiros, pró-reitor da Pontifícia Universidade Católica (PUC), comentou à rádio Jovem Pan que é preciso investigar o caso para saber o que realmente ocorreu e se houve legítima defesa. “Precisa verificar exatamente o que houve. Se a faca estava com ele, se ele foi buscar a faca, porque foi buscar a faca… o que exatamente aconteceu. Isso vai depender de uma apuração policial e de uma apuração que nós vamos fazer aqui. Precisa ver se houve legítima defesa e o que levou esse porteiro a fazer uma coisa dessas”, comentou.

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