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18 de junho de 2019, 06h04

Ex-jogador francês Michel Platini, que presidiu a Uefa, é preso por corrupção

O ex-jogador francês, de 63 anos, é um dos investigados em operação que investiga a escolha do Catar como sede da próxima Copa do Mundo

Michel Platini, ex-jogador que presidiu a Uefa (Divulgação)
Ex-presidente da UEFA (União Eurpeia de Futebol Associado), Michel Platini foi preso na manhã desta terça-feira (18) na Europa por suspeitas de corrupção envolvendo a escolha da sede para a Copa de 2022. De acordo com informações do diário francês Mediapart, o ex-jogador francês, de 63 anos, é um dos investigados em operação que investiga a escolha do Catar como sede do próximo Mundial. A imprensa francesa relata que Platini compareceu nesta terça à sede do Gabinete de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, em Nanterre, na qualidade de “suspeito livre”, mas terminou recebendo voz de prisão após entregar seu testemunho....

Ex-presidente da UEFA (União Eurpeia de Futebol Associado), Michel Platini foi preso na manhã desta terça-feira (18) na Europa por suspeitas de corrupção envolvendo a escolha da sede para a Copa de 2022. De acordo com informações do diário francês Mediapart, o ex-jogador francês, de 63 anos, é um dos investigados em operação que investiga a escolha do Catar como sede do próximo Mundial.

A imprensa francesa relata que Platini compareceu nesta terça à sede do Gabinete de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, em Nanterre, na qualidade de “suspeito livre”, mas terminou recebendo voz de prisão após entregar seu testemunho.

Um comunicado oficial da Procuradoria Financeira Nacional da França, afirma que o país investiga “supostos atos de corrupção ativa e passiva, de pessoas que não exercem cargos públicos”. A ex-conselheira de Nicolas Sarkozy, Sophie Dion, também foi presa, como parte da mesma investigação.

Em 2017, Platini já havia sido sancionado pela FIFA (Federação Internacional de Futebol Associado), com quatro anos de suspensão. Logo, passou a ser investigado pelos tribunais suíços, acusado de receber um suposto pagamento de 2 milhões de francos suíços (1,8 milhão de euros) por parte do ex-presidente da FIFA, o suíço Sepp Blatter, em 2011. O ex-camisa 10 da França anunciou, dias atrás, que iniciaria procedimentos legais contra “aqueles que fomentaram uma conspiração para que eu não fosse presidente da Fifa”.

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Devido às investigações contra si, Platini abandonou sua candidatura à presidência do órgão máximo do futebol no planeta. No último dia 5 de junho, o atual presidente, o italiano Gianni Infantino, foi candidato único, e assim ratificou sua reeleição.

Com informações do Mediapart.

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