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13 de junho de 2019, 16h26

Flávio Dino homenageia Teori: “acreditava no Direito, na imparcialidade e na prudência”

Teori Zavascki sempre se posicionou contra as posturas do ex-juiz Sérgio Moro, que vieram à tona com as informações divulgadas pelo The Intercept Brasil

Foto: Twitter
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) prestou homenagem, no início da tarde desta quinta-feira (13), ao ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki. Fui colega na Justiça Federal do saudoso ministro Teori Zavascki. Um magistrado sério, que acreditava no Direito, na imparcialidade e na prudência. Meses antes de falecer, me visitou no Palácio dos Leões. Em dias tão tenebrosos, a minha homenagem à sua memória. pic.twitter.com/GhPHA24uoe — Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) 13 de junho de 2019 “Fui colega na Justiça Federal do saudoso ministro Teori Zavascki. Um magistrado sério, que acreditava no Direito, na imparcialidade e na prudência....

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) prestou homenagem, no início da tarde desta quinta-feira (13), ao ex-ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavascki.

“Fui colega na Justiça Federal do saudoso ministro Teori Zavascki. Um magistrado sério, que acreditava no Direito, na imparcialidade e na prudência. Meses antes de falecer, me visitou no Palácio dos Leões. Em dias tão tenebrosos, a minha homenagem à sua memória.”

Flávio Dino foi juiz federal antes de entrar para a política. Ele foi aprovado em primeiro lugar no mesmo concurso que prestou o juiz Sérgio Moro.

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Teori, morto em janeiro de 2017, em decorrência de um acidente de avião em Paraty (RJ), sempre se posicionou contra as posturas do ex-juiz Sérgio Moro, que vieram à tona com as informações divulgadas pelo The Intercept Brasil.

Em março de 2016, Zavascki fez duras crítica em relação à decisão de Moro, então juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba, de divulgar o conteúdo das interceptações telefônicas que envolviam o ex-presidente Lula e a presidenta Dilma Rousseff.

Para o ex-ministro do STF, “a divulgação pública das conversações telefônicas interceptadas, nas circunstâncias em que ocorreu, comprometeu o direito fundamental à garantia de sigilo, que tem assento constitucional”.

Morte suspeita

Francisco Zavascki, filho do ex-ministro do STF, não se convenceu de que a morte de seu pai foi um acidente. Em maio de 2017, ele fez uma postagem no Facebook, que dizia:

“Derrubaram a Dilma e assumiu o Temer. Do que eles são capazes? Será que só pagar o silêncio alheio ou derrubar avião também está valendo?”, indagou. O texto foi apagado em seguida, mas acabou sendo compartilhado por internautas.

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