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21 de setembro de 2017, 21h48

França estuda criminalizar cantadas a mulheres em espaços públicos

Secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens está disposta a incluir a prática na relação de ações que são consideradas assédio.

Secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens está disposta a incluir a prática na relação de ações que são consideradas assédio. Da Redação* A secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens da França, Marlene Schiappa, secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens da França, prometeu se esforçar pela segurança das mulheres francesas contra qualquer tipo de assédio em espaços públicos, como transportes ou na rua. Inclusive, as cantadas poderão ser incluídas como uma das formas de assédio a serem criminalizadas. Marlene afirmou ao site norte-americano de notícias NPR, que desde cedo teve que aprender...

Secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens está disposta a incluir a prática na relação de ações que são consideradas assédio.

Da Redação*

A secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens da França, Marlene Schiappa, secretária de Estado para Igualdade de Mulheres e Homens da França, prometeu se esforçar pela segurança das mulheres francesas contra qualquer tipo de assédio em espaços públicos, como transportes ou na rua. Inclusive, as cantadas poderão ser incluídas como uma das formas de assédio a serem criminalizadas.

Marlene afirmou ao site norte-americano de notícias NPR, que desde cedo teve que aprender a lidar com os assovios e abordagens dos garotos. Aos 34 anos, Marlene revela que a criminalização das cantadas é uma de suas prioridades, por conta de sua filha de 10 anos.

Países como Bélgica e Portugal já proibiram as cantadas. O Reino Unido e outros têm leis mais amplas contra o assédio em geral, mas nenhum é tão específico. Alguns advogados acreditam que os homens só devem ser processados ​​quando os policiais testemunham uma ofensa. Outros dizem que as mulheres devem ser capazes de apresentar processos penais contra infratores em uma data posterior.

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*Com informações do Extra

Foto: Commons

 

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