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18 de dezembro de 2018, 13h11

General Etchegoyen estima que posse de Bolsonaro supere a de Lula, em 2003

O general disse ainda que, por medo de atentado, Bolsonaro não deve usar carro aberto

General Etchegoyen. Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
O general Sérgio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), afirmou nesta terça-feira (18), que as ameaças contra o presidente eleito Jair Bolsonaro continuam “vivas” e que a decisão de usar ou não um carro aberto na posse do novo governo será tomada no dia da cerimônia. Segundo o ministro, não há ainda uma avaliação precisa de quantas pessoas são esperadas na Esplanada dos ministérios, mas a expectativa é de entre 250 mil e 500 mil pessoas. Nos anos recentes, a posse que reuniu o maior número de pessoas foi a primeira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva,...

O general Sérgio Etchegoyen, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), afirmou nesta terça-feira (18), que as ameaças contra o presidente eleito Jair Bolsonaro continuam “vivas” e que a decisão de usar ou não um carro aberto na posse do novo governo será tomada no dia da cerimônia.

Segundo o ministro, não há ainda uma avaliação precisa de quantas pessoas são esperadas na Esplanada dos ministérios, mas a expectativa é de entre 250 mil e 500 mil pessoas. Nos anos recentes, a posse que reuniu o maior número de pessoas foi a primeira do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003. A estimativa da Polícia Militar à época foi de 200 mil pessoas presentes.

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Etchegoyen observou que apenas um caso de ameaça contra Bolsonaro foi esclarecido até o momento, em referência a uma operação da Polícia Federal que cumpriu mandados no Rio de Janeiro.

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“Toda ameaça só deixa de ser ameaça quando é plenamente esclarecida. Se ameaças ainda não foram, são ameaças vivas, é dessa forma que tratamos”, defendeu o ministro durante entrevista nesta terça.

Com relação ao tamanho do efetivo de segurança que será empregado durante a cerimônia, Etchegoyen não quis dar informações, mas confirmou que será maior que em posses anteriores.

“Cada presidente, cada circunstância é uma avaliação de risco. Nós nunca tivemos um presidente que sofreu tentativa de assassinato, isso sugere cautela”, admitiu.

Além disso, as barreiras de segurança e as restrições de acesso serão maiores que em anos anteriores. Serão montadas barreiras com revista pessoal, detectores de metal e pórticos em quatro posições ao longo da Esplanada dos Ministérios. O acesso só poderá ser feito a pé, a partir da Rodoviária que fica no início da Esplanada.

Com informações da Reuters

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