Segunda Tela

28 de setembro de 2017, 19h24

Gilberto Barros ressurge para defender “nacionalismo” e dizer que “não é normal ser homossexual”

O “Leão”, há 2 anos longe das TV, deu uma entrevista para um canal do Youtube em que destilou homofobia. Ele quer que todas as rádios e TVs toquem diariamente o hino nacional para impor um pouco de ordem, já que a “ideia de liberdade” está fazendo a “minoria” vencer a “maioria”

Por Redação

Longe da TV há dois anos, o apresentador Gilberto Barros perdeu a chance de continuar sumido. Isso por que ele resolveu reaparecer esta semana, em uma entrevista ao canal do Youtube “Não ouvo”, para destilar homofobia sob o discurso do nacionalismo.

Sua ideia, apresentada a parlamentares (e rejeitada), é que toda rádio e TV do Brasil toque diariamente, às 19h, o Hino Nacional.

“Temos que cultivar o verde e o amarelo, e ensinar nosso alunos isso. Hoje em dia, com essa desculpa de liberdade, a minoria está vencendo a maioria brasileira, o que é uma hecatombe. O poste faz xixi no cachorro. A banana come o macaco. A gente está achando que é natural ser veado ou sapato”, disparou.

E não parou por aí. Barros seguiu, de maneira incoerente, negando homofobia mas destilando preconceito.

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“Tenho grandes amigos homossexuais, mas eles sabem que não acho normal ser homossexual. Temos que perder a hipocrisia! A homofobia tem que ser combatida, mas tem que se prestar atenção no que, de fato, é isso. Homofobia não é o que estou dizendo aqui. Pelo contrário, estou defendendo os homossexuais aqui. Minhas amigas lésbicas sabem que as defenderei até debaixo da água! Mas não me obriguem a achar que é normal”, afirmou para, na sequência, sacramentar: “Homem é homem. Mulher é mulher”.

Talvez fosse melhor o Leão continuar sumido…

 

 

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