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04 de julho de 2014, 14h55

Gilmar Mendes autoriza Demóstenes Torres voltar ao trabalho

Para ministro, a falta de prazo de julgamento do ex-senador causa uma “insegurança jurídica”; Torres é acusado de envolvimento com o bicheiro Carlos Cachoeira

Para ministro, a falta de prazo de julgamento do ex-senador causa uma “insegurança jurídica”; Torres é acusado de envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira Por Redação O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu nesta quinta-feira (3) uma liminar que permite ao ex-senador Demóstenes Torres voltar a trabalhar como procurador da Justiça no Ministério Público de Goiás. Como se trata de uma decisão liminar, o plenário da Corte terá que analisar o mérito da questão ma,s por ora, Demóstenes, pode assumir o cargo. Em 2012, Demóstenes Torres teve o seu mandato de senador cassado por quebra de decoro...

Para ministro, a falta de prazo de julgamento do ex-senador causa uma “insegurança jurídica”; Torres é acusado de envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira

Por Redação

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, concedeu nesta quinta-feira (3) uma liminar que permite ao ex-senador Demóstenes Torres voltar a trabalhar como procurador da Justiça no Ministério Público de Goiás. Como se trata de uma decisão liminar, o plenário da Corte terá que analisar o mérito da questão ma,s por ora, Demóstenes, pode assumir o cargo.

Em 2012, Demóstenes Torres teve o seu mandato de senador cassado por quebra de decoro parlamentar. À época, foi comprovado que ele tinha envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O senador, que era classificado como “paladino da ética”, após ser cassado retomou o seu posto de procurador.

O ex-senador afirma que não cometeu nenhuma das irregularidades das quais foi acusado enquanto esteve no Ministério Público. Este argumento, o ministro Gilmar Mendes não acatou, mas, em sua liminar, declarou que o afastamento de mais de um ano desrespeita norma interna que estabelece o máximo de 60 dias, que pode ser renovado uma vez. O ministro considera que a falta de previsão para o julgamento do ex-senador “causa uma situação de insegurança jurídica”.

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Foto: Pragmatismo Político 

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