O Vaticano revelou, por meio de um novo decreto aprovado pelo papa Leão XIV, que tem uma nova preocupação, e ela atende por duas nomenclaturas amplamente discutidas nos últimos anos: poligamia e poliamor.
No documento doutrinário da Santa Sé, que serve como orientação para os 1,4 bilhão de fiéis ao redor do mundo, é dito que as pessoas devem buscar o casamento com uma única pessoa por toda a vida e, dessa maneira, católicos não devem manter múltiplos relacionamentos sexuais.
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"Todo casamento autêntico é uma unidade composta por dois indivíduos, que exige um relacionamento tão íntimo e totalizante que não pode ser compartilhado com outros [...] uma vez que o [casamento] é uma união entre duas pessoas que têm exatamente a mesma dignidade e os mesmos direitos, ele exige exclusividade", diz o decreto do Vaticano.
O texto tem como principal endereço clérigos africanos que mantêm relações poliamorosas, prática presente em algumas regiões do continente africano. No entanto, a Santa Sé também demonstra preocupação com o avanço dos debates sobre o poliamor no Ocidente.
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"A poligamia, o adultério ou o poliamor baseiam-se na ilusão de que a intensidade do relacionamento pode ser encontrada em uma sucessão de rostos", afirma o decreto.