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Americano que conspira contra os EUA: prisão perpétua e até pena de morte

O jornalista brasileiro Fernando Hessel, observador na Casa Branca e no Pentágono, mostra como são as leis americanas neste caso; veja o vídeo aqui

O jornalista Fernando Hessel.Créditos: Reprodução de vídeo
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O jornalista e executivo de comunicação, Fernando Hessel, é um dos poucos brasileiros credenciados para coletivas de imprensa na Casa Branca e no Pentágono.

Observador atento da vida americana, sobretudo nos dois locais, ele fez um vídeo em que mostra o que acontece com um cidadão americano que conspira contra o seu próprio país.

De maneira irônica, ao iniciar o vídeo ele pede que o espectador prometa que não vai relacionar com nenhum caso recente do Brasil.

Eduardo Bolsonaro

A piada tem clara referência às atitudes do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), que tem pedido insistentemente para que o presidente americano Donald Trump ele as tarifas de importação de produtos brasileiros nos EUA.

O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ainda assume ter sido ele o responsável pela aplicação da lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil.

Indo ao que interessa, Hessel afirma, citando a legislação, que os EUA são extremamente rigorosos com seus cidadãos que possam vir a contraria seus interesses em países estrangeiros. As punições, segundo ele, podem chegar a prisão perpétua e até mesmo a pena de morte.

Assista ao vídeo abaixo:

 

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