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27 de outubro de 2019, 18h52

Após protestos, apoio a Sebastián Piñera despenca para o menor índice histórico

Apoio ao presidente do Chile caiu para 14%, o menor número já registrado no país desde a redemocratização

Sebastián Piñera - Foto: Sérgio Cruz/Agência Brasil

O apoio ao presidente neoliberal Sebástian Piñera despencou para 14%, no Chile o menor índice já registrado no país desde o retorno à democracia há três décadas. A pesquisa foi publicada pelo jornal La Tercera e conduzida pelo instituto de pesquisa chileno Cadem, entre quarta-feira (23) e quinta-feira (24), período anterior à grande marcha que tomou conta da capital na sexta-feira (25).

O diário La Tercera classificou os 14% de aprovação de Piñera como “mínimo histórico”, o menor índice desde o período da ditadura militar, que tomou o país entre 1973 e 1990, comandada por Augusto Pinochet.

O país enfrentou uma verdadeira convulsão social nos últimos dias, culminando em uma grande marcha na sexta-feira com cerca de 1,2 milhão de pessoas na capital chilena exigindo reformas na política econômica e social do país, além da destituição do presidente, a quem Jair Bolsonaro (PSL) é simpatizante.

Na semana passada, Piñera reagiu às mobilizações conclamou um novo “pacto social” para conter a agitação. Ele prometeu impostos mais altos ao mais ricos para ajudar a aumentar o salário mínimo e as pensões, diminuir os preços dos medicamentos e garantir um adequado plano de saúde. No entanto, de acordo com a pesquisa, 80% dos chilenos não consideram as reformas suficientes.


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