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02 de abril de 2019, 10h38

Bolsonaro vai a museu do holocausto, que diz que nazismo é de”grupos radicais de direita”

Na viagem a Israel, Bolsonaro está acompanhado do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que defende a tese propagada nas redes sociais de que o nazismo é de esquerda

O museu do Holocausto, em Jerusalém. No detalhe, Bolsonaro, Netanyahu e Ernesto Araújo (Montagem/Reprodução)

Em sua viagem a Israel, Jair Bolsonaro (PSL) visita nesta terça-feira (2) o centro de memória do Holocausto Yad Vashem, em Jerusalém, museu público israelense que lembra as vítimas e aqueles que combateram o genocídio de seis milhões de judeus pelos nazistas.

Em seu site, a instituição traz um breve histórico sobre a ascensão do partido nazista, que é classificado como um dos braços dos “grupos radicais de direita”.

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Na viagem a Israel, Bolsonaro está acompanhado do ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, que defende a tese propagada nas redes sociais de que o nazismo é de esquerda.

Ao abordar a situação alemã após o Tratado de Versailles, que selou a paz entre as principais potências europeias após a Primeira Guerra, o museu explica que havia um clima de frustração que, “junto a intransigente resistência e alertas sobre a crescente ameaça do Comunismo, criou solo fértil para o crescimento de grupos radicais de direita na Alemanha, gerando entidades como o Partido Nazista”.

Além do museu, o complexo Yad Vashem abriga um importante centro de pesquisas sobre o período nazista.

Bolsonaro visitará a exposição Flashes of Memory – Fotografia durante o Holocausto. Ele também depositará flores em homenagem às vítimas do nazismo e assinará o livro de honra do memorial.

Com informações da BBC Brasil

 


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