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15 de julho de 2019, 09h15

Cientista da Nasa diz que nos próximos 300 anos mais pessoas viverão no espaço do que na Terra

"Estamos realmente no princípio dos princípios de deixar o berço da Terra e de nos mudarmos para o espaço e para os planetas. Não só para os explorarmos, mas para termos novos lugares e novos recursos para os seres humanos", disse Alan Stern, responsável pela missão que explora o planeta Plutão

O cientista Alan Stern, responsável pela missão da Nasa em Plutão (Reprodução/Youtube)

Em entrevista ao portal Público, de Portugal, o cientista estadunidense Alan Stern – responsável pela primeira missão espacial para explorar Plutão – afirmou que “ao longo dos próximos 200 ou 300 anos é bastante provável que mais pessoas vivam no espaço do que na Terra”. “E quando digo espaço não digo a flutuarem por aí, digo na superfície de outros mundos”, disse Stern.

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O cientista, que trabalha em missões da Nasa, diz que está convencido “que as pessoas sairão da Terra e viverão nestes outros planetas”.

“Estamos realmente no princípio dos princípios de deixar o berço da Terra e de nos mudarmos para o espaço e para os planetas. Não só para os explorarmos, mas para termos novos lugares e novos recursos para os seres humanos, para melhorar a qualidade de vida para todos os seres humanos. A visão de grande plano é um bilhão de humanos a viver em todo o sistema solar. E sabemos que a Terra não aguenta isto, mas o sistema solar é tão vasto que se torna fácil fazê-lo”, afirmou.

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Segundo o cientista, na missão comandada por ele que enviou uma nave à Plutão, onde a temperatura é de -230 graus Celsius na superfície, detectou que parece existir um oceano de água por baixo do gelo.

“Portanto onde quer que exista um oceano… existe uma possível casa biológica. No futuro espero que enviemos missões para ir até esse oceano e ver o que mora ali”, disse.


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