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24 de setembro de 2019, 20h51

#ImpeachTrump assume o topo dos assuntos do momento no Twitter

A abertura de processo de impeachment contra o presidente dos EUA gerou uma reação global nas redes sociais

Donald Trump (Foto: Arquivo)

A abertura do pedido de impeachment do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem gerado uma onda de manifestações contra o mandatário nas redes sociais. A hashtag #ImpeachTrump, que pede o impedimento do estadunidense, assumiu o topo dos assuntos do momento no Twitter mundial. A presidenta do Congresso, a democrata Nancy Pelosi, anunciou nesta terça-feira que prosseguiria com inquérito contra o republicano.

O ator e ativista Mark Ruffalo esteve entre os que aderiram à tag. Ele republicou o vídeo em que Pelosi declara que instaurará o pedido de impeachment devido às atitudes de Trump. “As ações da Presidência de Trump revelam o desonroso fato de que o presidente traiu o seu juramento de posse, traiu a nossa segurança nacional e traiu a integridade de nossas eleições. Portanto, hoje anuncio que a Câmara dos Deputados vai avançar com um inquérito oficial de impeachment. Estou orientando nossos seis comitês a prosseguirem com suas investigações sob o guarda-chuva da investigação de impeachment. Ninguém está acima da lei”, declarou a democrata.

Scott Dworkin, co-fundador da Coalizão Democrática e apresentador do podcast Dworkin Report – um dos canais que ajudou a investigar a interferência nas eleições dos EUA -, tem usado a tag para atualizar o número de deputados que tem se colocado como favoráveis ao impeachment do presidente. Até o momento, são 191 dos 235 necessários. Cerca de 80 ainda não foram questionados.

No Brasil, o impeachment também ganhou grande repercussão, principalmente pelo fato de Trump ser visto pelo presidente Jair Bolsonaro como um importante aliado. Muitos usuários atentaram para o fato de que todos que se aproximaram internacionalmente de Bolsonaro acabaram tendo derrotas locais.

“Pé frio, Bolsonaro não dá sorte e aliados de extrema direita seguem em derrocada: argentino Macri perde eleições, Netanyahu fica sem maioria no Parlamento de Israel, italiano Matteo Salvini fica fora da cena política e nos EUA impeachment de Trump é aberto”, declarou a presidenta do PT, Gleisi Hoffmann.

 

 


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