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14 de fevereiro de 2020, 19h17

Maduro dispara contra sanções dos EUA: “São guerra invisível, que deixa mortos e feridos”

Presidente venezuelano comentou sobre as medidas da Casa Branca para tentar desestabilizar seu país, e que foram denunciadas pelo seu governo, em ação iniciada nesta quinta, na Corte Penal Internacional de Haia.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (foto: TeleSur)

Em uma coletiva para a imprensa nacional e internacional, realizada em Caracas, nesta sexta-feira (14), o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, comentou sobre a denúncia que seu país iniciou no dia anterior, na Corte Penal Internacional na que acusa os Estados Unidos de atentar contra a estabilidade política e o bem-estar do povo venezuelano através das sanções econômicas impostas contra o país desde 2014.

Segundo o mandatário venezuelano, “não restou outra opção, a não ser buscar a justiça internacional, já que há muito tempo nós vínhamos pedindo algo tão simples como o respeito ao direito internacional, à legalidade mundial”.

Em outro momento, Maduro classificou as sanções estadunidenses contra o seu país como “crimes de lesa humanidade contra o povo venezuelano”.

“As sanções estadunidenses contra a Venezuela mantêm as nossas contas congeladas e impedem a entrada ao país de alimentos, medicamentos e produtos de primeira necessidade, o que viola o direito internacional. Esta guerra econômica do governo dos Estados Unidos é também uma guerra estrutural contra a sociedade venezuelana, tão criminosa quando as que lançam bombas, porque é como uma guerra invisível, mas deixa mais mortos e feridos que as guerras visíveis”, afirmou Maduro.

Na quinta-feira (13), uma delegação do Ministério de Relações Exteriores da Venezuela protocolou a ação contra os Estados Unidos na Corte Penal Internacional de Haia, para declarar como ilegais as sanções econômicas que recebeu das administrações de Barack Obama e Donald Trump.


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