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19 de outubro de 2019, 19h43

Manifestações imensas no Chile fazem Piñera recuar em aumento de passagem

“É apenas o começo, um pequeno passo, mas, se continuarmos juntos, ganharemos o direito de sonhar com mudanças profundas”, comemotou Beatriz Sanchez, um dos nomes fortes da esquerda chilena

Foto: Reprodução/GloboNews

Assim como no Equador, o povo chileno deu uma lição de cidadania. Milhares de pessoas foram às ruas nos últimos dias, promoveram manifestações gigantescas e o governo do presidente Sebastián Piñera resolveu voltar atrás e suspender o aumento das passagens na tarifa do metrô.

“A força de milhões nas ruas afastou o governo e o aumento das passagens. É apenas o começo, um pequeno passo, mas, se continuarmos juntos, ganharemos o direito de sonhar com mudanças profundas para construir um país justo e pacífico”, comemorou Beatriz Sanchez, jornalista, terceira colocada nas últimas eleições presidenciais e um dos nomes fortes da esquerda chilena.

Durante a sexta-feira (18) e o sábado (19), estudantes promoveram protestos contra o aumento da passagem do metrô da capital chilena de 800 para 830 pesos.

Estado de emergência

No fim da noite de sexta, Piñera cancelou compromissos pessoais e retornou ao palácio presidencial de La Moneda, onde decretou estado de emergência, depois de se reunir com os ministros da Defesa, lberto Espina, e do Interior Andrés Chadwick.


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