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07 de outubro de 2019, 06h10

Partido de extrema-direita que comemorou vitória de Bolsonaro tem 0,3% dos votos em Portugal

O Partido Socialista (PS), do primeiro-ministro António Costa, conseguiu uma vitória expressiva nas eleições realizadas neste domingo

Foto: Reprodução

O Partido Nacional Renovador (PNR), de Portugal, declarou apoio em 2018 à candidatura de Jair Bolsonaro (PSL-RJ).

Após a vitória do capitão, o partido espalhou cartazes em comemoração. “Agora falta em Portugal”, diziam os anúncios.

Nas eleições deste domingo (6), o PNR recebeu apenas 0,3% dos votos. Com isso, continuará fora do Parlamento.

Outra sigla de extrema-direita, o Chega, alcançou 1,3% dos votos. Elegeu um deputado entre os 230 que integram a Assembleia da República.

Vitória Socialista

O Partido Socialista (PS), do primeiro-ministro António Costa, conseguiu uma vitória expressiva nas eleições realizadas neste domingo em Portugal, aumentando a sua presença no Parlamento para um número próximo da maioria absoluta. No entanto, para formar uma coligação de governo, o PS deverá formar o que chamam de “Geringonça” e estabelecer união com outras siglas de esquerda, assim como foi feito nos últimos quatro anos.

Com quase 100% das urnas apuradas, o PS consta com 36,65% dos votos, o que deve aumentar de 86 deputados para entre 103 e 115 assentos, número muito próximo da maioria de 116 representantes, no Parlamento de 230 deputados. Com isto, o partido pode necessitar ainda dos votos tanto do Bloco de Esquerda (BE) quanto do Partido Comunista (PC) para alcançar uma maioria.


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